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Bolsa cai e dólar encosta em R$ 5,70 após Copom elevar alerta sobre inflação

·2 min de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, BRASIL, 08-08-2011, 12h13: Mercado Financeiro: Primeiro dia útil na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) após rebaixamento dos EUA no mercado internacional, em São Paulo (SP). (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, BRASIL, 08-08-2011, 12h13: Mercado Financeiro: Primeiro dia útil na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) após rebaixamento dos EUA no mercado internacional, em São Paulo (SP). (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira caía 0,69%, a 104.814 pontos, às 11h16 desta quarta-feira (3), enquanto o dólar subia 0,47%, a R$ 5,6970.

Os indicadores refletiam a tensão de investidores após a divulgação da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que revelou o aumento da preocupação da autoridade monetária com o avanço da inflação.

A autarquia avaliou acelerar a alta da taxa básica de juros (Selic) para além do ajuste de 1,5 ponto percentual que adotou.

Apesar da manutenção da taxa esperada pelo mercado, analistas avaliaram que o tom do Copom foi mais duro sobre a inflação. A necessidade de acelerar ainda mais a alta dos juros dificulta ainda mais o crescimento econômico, prejudicando os investimentos na Bolsa.

"O Banco Central parece disposto a adotar taxas mais altas para segurar a inflação do ano que vem, principalmente as expectativas", comentou Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

Além disso, o mercado está atento à possibilidade de que os bancos centrais das economias avançadas comecem a elevar os juros a partir do ano que vem, trazendo mais pressão para o Brasil.

Ainda nesta quarta, o Fed (Federal Reserve) deve detalhar planos para encerrar suas compras de títulos da era da pandemia até meados de 2022.

A medida reduz a liquidez no mundo e também pode reduzir recursos para investimentos em economias emergentes e também pode valorizar o dólar globalmente, embora analistas considerem que o afilamento a ser anunciado pelo Fed esteja amplamente precificado. O anúncio será às 15h.

O Fed ainda poderá detalhar se e quando iniciará a elevação da sua taxa de juros, o que também traria preocupação devido ao aumento da atratividade dos títulos do Tesouro americano em relação a países em desenvolvimento.

Apesar do cenário externo preocupante, as atenções no Brasil estão majoritariamente voltadas para as dificuldades do governo para acomodar o Auxílio Brasil no Orçamento de 2022.

A gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta aprovar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para adiar o pagamento de parte da dívida judicial reconhecida, os chamados precatórios. A medida, porém, enfrenta resistência no Congresso.

A Comissão de Precatórios da OAB Nacional afirma que a PEC dos Precatórios, também conhecida como PEC do Calote, ataca duas cláusulas pétreas da Constituição (separação dos Poderes e direitos e garantias individuais) e possui mais de 30 violações constitucionais.

Nos Estados Unidos, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíam 0,30%, 0,11% e 0,8%.

O petróleo Brent, referência mundial, caía 2,02%, a US$ 83,01 (R$ 470,56).

A queda da commodity puxava a Petrobras, cujas ações preferenciais recuavam 2,46%.

Os papéis ordinários da Vale recuavam 4,01%, influenciados pela desvalorização do minério de ferro na véspera.

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