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Bolsa cai abaixo dos 110 mil pontos com temor de calote de incorporadora na China

·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015: Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de Sao Paulo apos o anuncio da anulacao do impeachment. -  (Foto: Diego Padgurschi /Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015: Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de Sao Paulo apos o anuncio da anulacao do impeachment. - (Foto: Diego Padgurschi /Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira caía 1,92%, a 192.293 pontos, às 10h45 desta segunda-feira (20), dia em que a preocupação de investidores com a China, principal parceiro comercial do Brasil, segue prejudicando o Ibovespa. O dólar subia 0,43%, cotado a R$ 5,3120.

As atenções do mercado estão voltadas para o risco de falência da incorporadora chinesa Evergrande, uma gigante do mercado imobiliário mundial.

A empresa tem uma dívida bilionária e informou aos seus credores que não conseguirá cumprir os pagamentos de juros da dívida com vencimento nesta segunda.

"O mercado de crédito da China é muito ligado ao imobiliário, e a situação da maior construtora local poderia causar um temor ainda maior, contaminando outros setores como o financeiro", explica Julia Aquino, especialista em investimentos da Rico.

Além disso, a economia do gigante asiático está desacelerando, situação que analistas atribuem às restrições de circulação de pessoas em uma tentativa de zerar os casos de Covid-19 no país.

A desaceleração chinesa está desvalorizando o minério de ferro. O país é o maior importador da commodity.

Ações de empresas de mineração e siderurgia brasileiras estão sendo fortemente prejudicadas, o que explica em parte as recentes quedas do Ibovespa.

A Bolsa brasileira afundou 2,06% na última sexta-feira (17), fechando o pregão com 111.439 pontos e acumulando perda semanal de 2,49% -a terceira semana seguida de queda. No ano, o recuo atingiu 6,37%.

A última vez que o Ibovespa havia caído ao patamar dos 111 mil pontos foi em março, um dia após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin que anulou todas as condenações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela Justiça Federal de Curitiba, devolvendo, assim, os direitos políticos a ele.

O petróleo Brent, referência para o mercado, caía 1,46%, cotado a US$ 74,24 (R$ 396,07).

Em Wall Street, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq recuavam 1,16%, 0,91% e 1,48%, respectivamente.

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