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Bolsa cai 1,04% e dólar vai a R$ 5,4230 pressionados por cenário internacional e riscos internos

·2 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Movimentação de pessoas pela Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Movimentação de pessoas pela Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira caía 1,04% perto das 12h10, aos 115.428 pontos, em mais um dia de viés negativo nesta quinta-feira (19). Na semana, o índice acumula perdas de 4,75%. No ano, cai 3,10%.

O movimento acompanhava os mercados internacionais, que refletiam uma maior preocupação dos investidores em relação a uma eventual redução de estímulos monetários pelo Fed (banco central americano) começando neste ano.

A queda nos preços do petróleo e do minério de ferro também pressionavam o Ibovespa, principal índice acionári do país, para baixo.

"As Bolsas mundiais começam o dia repercutindo a última ata do Fomc (comitê de política monetária do Fed, banco central americano) divulgada na véspera. O documento mostrou que a maioria dos membros do Fed acredita que a retirada de estímulos, chamado de tapering, começa ainda neste ano", afirmou o especialista de investimentos da Toro, Helder Wakabayashi.

"Existe uma grande divergência entre os membros, mas os sinais são de que tudo ainda depende da evolução de emprego dos Estados Unidos", disse.

Nesta quinta-feira (19) o Departamento de Trabalho dos EUA divulgou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 29 mil, para um número com ajuste sazonal de 348 mil na última semana.

Foi a quarta queda semanal consecutiva e empurrou o número de novos pedidos para a mínima em 17 meses --sugerindo outro mês de crescimento robusto do emprego, embora o aumento das infecções por Covid-19 ainda represente um risco para a recuperação do mercado de trabalho.

Outro ponto de atenção entre os investidores são as questões relacionadas ao crescimento da economia chinesa e as questões voltadas à possibilidade de uma regulação mais severa das empresas de tecnologia por parte do gigante asiático.

No cenário doméstico, os investidores seguem atentos às tensões políticas e à deterioração nas perspectivas fiscais do Brasil.

A maioria das blue chips (ações de empresas já consolidadas no mercado e que negociam grandes volumes na Bolsa) estavam entre os destaques negativos. Acompanhando a queda nos preços das commodities, os papéis da Vale caíam 4,96%, enquanto Petrobras recuava 1,56% (ordinária, com direito a voto) e 1,41% (preferenciais, sem direito a voto).

As ações do sistema financeiro também operavam no vermelho na manhã desta quinta. Entre as maiores quedas estavam Itaú (-1,32%) e Bradesco (-1,22%).

No câmbio, o dólar subia 0,93%, a R$ 5,4230, acompanhando a maior aversão ao risco mundial.

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