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Bolsa brasileira segue aquecida em 2021, com ‘fila’ por abertura de capital

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
B3, a bolsa de São Paulo. (Foto: NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
B3, a bolsa de São Paulo. (Foto: NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

No ano passado, o número de aberturas de capital na bolsa de valores de São Paulo, a B3, já foi recorde, e este ano os indícios são de um movimento semelhante.

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Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta o mercado financeiro do Brasil, 2021 já teve 13 IPOs (ofertas públicas iniciais de ações), e há mais 31 empresas na espera para fazer suas ofertas na bolsa, também.

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O IPO é a “estreia” de uma empresa na bolsa; momento em que seus controladores definem junto ao mercado uma faixa de preço para seus papéis, e então passam a negociá-los publicamente, para investidores interessados em comprá-los.

A vantagem é que essa abertura de capital geralmente injeta grandes quantidades de recursos financeiros na empresa, o que propicia planos de expansão, por exemplo. Do lado dos investidores, é uma oportunidade de encontrar novos investimentos com potencial de valorização.

Segundo a CVM, os IPOs de 2021 já movimentaram mais de R$ 10,6 bilhões. As informações são do portal G1.

Somente o IPO da Intelbras, por exemplo, uma empresa especializada em eletrônicos no ramo de segurança, faturou R$ 724,5 milhões.

Na lista das que aguardam seu momento na bolsa, estão a rede de lojas Kalunga e empresas no ramo da saúde, como o Hospital Mater Dei, Blau Farmacêutica e CM Hospitalar.

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