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Bolívia rejeita relatório 'tendencioso' de Biden criticando sua luta contra as drogas

·2 minuto de leitura
O presidente boliviano, Luis Arce, discursa durante cerimônia pelo 196º aniversário da Bolívia no Legislativo, em La Paz, em 6 de agosto de 2021 (AFP/JORGE BERNAL)

O governo do presidente Luis Arce rejeitou nesta quinta-feira (16) o memorando "tendencioso" do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que apontou a Bolívia, junto com a Venezuela, por ter falhado por um ano em suas obrigações de combate às drogas.

“A Bolívia rejeita enfaticamente o documento tendencioso publicado pela Casa Branca, que não valoriza os resultados obtidos”, como uma erradicação com respeito aos direitos humanos dos cocaleiros, disse a chancelaria em um comunicado público.

Segundo a diplomacia do país andino, os Estados Unidos são o país "com os maiores índices" de uso de drogas ilícitas do mundo e "carecem de legitimidade e autoridade moral".

A reação de La Paz veio depois que Biden emitiu um memorando dirigido ao secretário de Estado, Antony Blinken, e publicado na véspera pela Casa Branca.

O presidente dos Estados Unidos disse que designou "a Bolívia e a Venezuela como países que comprovadamente não fizeram esforços substanciais nos 12 meses anteriores para cumprir suas obrigações, com base em acordos internacionais de combate às drogas".

De acordo com a chancelaria, o país “tem trabalhado de forma decisiva na luta frontal contra o narcotráfico”, embora responsabilize o anterior governo transitório da direitista Jeanine Áñez (2019-2020) pelo aumento da plantação de coca, matéria-prima para fabricar cocaína.

Um relatório recente do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) indica que as plantações de coca aumentaram 15% entre 2019 e 2020: de 25.500 hectares para 29.400 hectares.

Bolívia e Estados Unidos não têm embaixadores desde 2008, quando o presidente de esquerda Evo Morales (2006-2019) expulsou o então chefe da diplomacia em La Paz, Philip Goldberg, acusando-o de apoiar a direita local.

Morales, mais tarde, também retirou a agência antidrogas dos Estados Unidos, DEA, e a agência de cooperação Usaid.

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