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Bolívia receberá em fevereiro quase 1 milhão de vacinas da AstraZeneca

·2 minuto de leitura
O presidente boliviano, Luis Arce (D), conversa com profissional de saúde enquanto é vacinada com o imunizante russo Sputnik V contra a covid-19 no hospital del norte, em El Alto, Bolívia, 30 de janeiro de 2021

A Bolívia receberá no próximo mês cerca de um milhão de vacinas contra o coronavírus, desenvolvidas pela britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, que se somarão aos imunizantes russos Sputnik V, que já estão no país, disse neste sábado (30) o presidente Luis Arce.

"Anunciamos ao povo boliviano que em fevereiro chegarão à #Bolívia quase um milhão de doses de vacinas para combater a covid-19", anunciou o governante no Twitter, durante o segundo dia de imunização de pessoal médico com as vacinas Sputnik V.

As vacinas da AstraZeneca/Oxford foram obtidas mediante o mecanismo Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS). "As gestões que realizamos em menos de três meses nos colocam entre os quatro países beneficiados" com esta iniciativa, acrescentou Arce, sem revelar quais são os outros países.

O Ministério da Saúde da Bolívia informou em várias ocasiões que o mecanismo Covax permite à Bolívia ter acesso a dois milhões de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford.

A Bolívia, com 11,5 milhões de habitantes, iniciou na sexta-feira uma campanha de vacinação destinada ao pessoal médico, após a chegada na véspera de um primeiro lote de 20.000 vacinas Sputnik V das 5 milhões que adquiriu.

O país comprou outras 5 milhões de doses do Instituto Serum da Índia (SII), que fabrica as vacinas desenvolvidas pela AstraZeneca e pela universidade de Oxford, e que chegarão a partir de março e no espaço de três a quatro meses.

Arce esteve neste sábado nas cidades de El Alto, vizinha a La Paz, e Cobija (norte) para participar da campanha de imunização do pessoal médico com doses da vacina Sputnik V.

Mas os sindicatos de médicos e de trabalhadores da saúde ameaçam com uma greve de 24 horas, denunciando que o governo não tem um plano nacional de imunização contra a covid-19.

Também rejeitam uma lei de emergência sanitária, em trâmite no Congresso, controlado pela situação, que - asseguram - proíbe os protestos médicos, como as greves por reivindicações setoriais.

A Bolívia soma mais de 213.390 contagiados pelo coronavírus e mais de 10.270 falecidos.

jac/rsr/mvv