Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.227,09
    +94,56 (+0,09%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.412,47
    +211,88 (+0,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,01
    -0,70 (-1,53%)
     
  • OURO

    1.815,50
    +4,30 (+0,24%)
     
  • BTC-USD

    17.297,93
    +223,56 (+1,31%)
     
  • CMC Crypto 200

    338,55
    -31,97 (-8,63%)
     
  • S&P500

    3.629,65
    -5,76 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    29.872,47
    -173,77 (-0,58%)
     
  • FTSE

    6.362,93
    -28,16 (-0,44%)
     
  • HANG SENG

    26.819,45
    +149,70 (+0,56%)
     
  • NIKKEI

    26.544,57
    +7,26 (+0,03%)
     
  • NASDAQ

    12.151,00
    -1,25 (-0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3414
    +0,0015 (+0,02%)
     

Boicote ao Facebook: Adidas, Microsoft e Ford se unem

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, alvo de boicote de empresas por falhas no controle da disseminação de discurso de ódio (Foto: Tobias Hase/picture alliance via Getty Images)
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, alvo de boicote de empresas por falhas no controle da disseminação de discurso de ódio (Foto: Tobias Hase/picture alliance via Getty Images)

Mais uma lista de grandes empresas se juntou nesta semana à campanha de boicote ao Facebook, iniciada por organizações da sociedade civil dos Estados Unidos. Desta vez, Adidas, Microsoft e Ford estão entre as gigantes que vão parar seus anúncios pagos na plataforma de Mark Zuckerberg.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

O boicote, que começou com algumas poucas – mas relevantes – marcas, como North Face e Patagonia, nos últimos dias se espalhou pelo mundo corporativo, chegando a gigantes da indústria como Coca-Cola, Unilever e Starbucks. Essas marcas também vão interromper, pelo menos temporariamente, seus investimentos em mídia no Facebook e no Instagram.

Leia também

O movimento das empresas é uma tentativa de pressionar a rede social por regras mais rígidas de moderação contra a propagação de discurso de ódio. Segundo os órgãos por trás da campanha, o Facebook tem feito pouco para conter, por exemplo, o espalhamento de conteúdo racista.

Um dos maiores exemplos foi a recusa do Facebook a marcar como conteúdo impróprio um post do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que ele ameaçava com tiros os manifestantes americanos por justiça racial. Apesar de o próprio CEO, Mark Zuckerberg, ter ligado para Trump pedindo que ele diminuísse o tom, nada mais foi feito.

As ações da empresa chegaram a cair com a ameaça de um crescimento do boicote, apesar de o Facebook já ter anunciado um aumento nas medidas para bloquear, por meio de inteligência artificial e moderação humana, a propagação de conteúdos que violem os guias de uso da rede social.