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BofA congela contratações e contém custos com risco de recessão

(Bloomberg) -- O Bank of America começou a dizer a seus executivos para interromperem contratações, exceto para cargos vitais, na tentativa de conter custos e se preparar para uma possível recessão.

É uma restrição maior do que a decisão no final do ano passado de diminuir o ritmo de contratações depois que menos funcionários saíram por conta própria, segundo pessoas com conhecimento do assunto.

O Bank of America vai adiar a contratação de novos funcionários até pelo menos meados do ano, ou até que a economia mostre sinais de recuperação, disseram as pessoas, que pediram anonimato. Certos cargos ainda serão preenchidas em unidades que tiveram crescimento de receita, como serviços bancários para negócios, mesas de operações e gestão de patrimônio, assim como na aérea de tecnologia.

As instituições financeiras enfrentam custos crescentes e inflação persistente, enquanto a guerra por talentos de Wall Street esfria. As despesas têm sido uma métrica observada de perto por investidores que favorecem as ações de empresas que conseguem aumentar receita mais rápido do que custos. Nos últimos trimestres, apesar da inflação, o Bank of America tem conseguido isso.

Um representante do banco não quis comentar sobre a pausa na contratação.

O Bank of America não mostrou sinais de que vai recorrer a demissões, apesar de uma retração no setor financeiro. O total de funcionários do banco saltou para 216.823 no final de 2022, de 208.248 um ano antes e 213.270 no terceiro trimestre.

A empresa também gastou mais com remuneração, para recompensar funcionários por suas contribuições em um ano que trouxe enormes lucros para o banco.

A banco divulgou US$ 15,5 bilhões em despesas nos últimos três meses do ano passado, um aumento de US$ 240 milhões em relação ao trimestre anterior devido à alta nos custos com pessoal e tecnologia, disseram executivos em teleconferência com analistas na semana passada. Também observou custos mais altos com o retorno da equipe ao trabalho e viagens.

--Com a colaboração de Sridhar Natarajan e David Scheer.

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