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Boeing reduz ritmo de produção do 787 após novos problemas

·2 minuto de leitura
(Arquivo) Avião 787 Dreamliner da Boeing no aeroporto internacional de Los Angeles

A fabricante aeronáutica Boeing anunciou, nesta terça-feira (13), que reduziu o ritmo de produção de seus aviões de longos percursos 787 Dreamliner, após o surgimento de novos problemas, somando-se aos anteriores que já haviam levado à interrupção de entregas.

"A produção dos 787 será temporariamente de menos de cinco por mês", disse o grupo em um comunicado, especificando que "a Boeing antecipa agora a entrega de menos da metade dos 787 presentes em estoque este ano".

Essas entregas estão completamente suspensas por enquanto e serão retomadas mais adiante, disse a Boeing à AFP.

Em um comunicado enviado à AFP, o órgão regulador de aviação dos Estados Unidos, a FAA, afirma ter sido informada de problemas "perto do nariz de certos 787 Dreamliners", acrescentando que foram descobertos, graças ao sistema de inspeção criado por iniciativa do ente regulador.

A empresa já havia revelado em setembro o surgimento de novos defeitos de fabricação na conexão de uma parte da fuselagem do 787 e, depois, no estabilizador horizontal.

Entre novembro e março, a empresa suspendeu a entrega de aparelhos deste modelo. A medida voltou a ser tomada em maio, quando forneceu à FAA informações adicionais após problemas de produção.

"Continuaremos levando o tempo necessário para garantir que os aviões da Boeing cumpram os mais altos padrões antes da entrega", escreveu a Boeing em seu comunicado.

A FAA disse, por sua vez, que determinará "se será necessário realizar alterações semelhantes nos 787 que já estão em serviço".

A segurança dos aviões Boeing está sendo monitorada de perto depois de dois acidentes com seu modelo estrela atual, o 737 MAX.

Lançado em 2017, dois de seus exemplares sofreram acidentes em 2018 e 2019, que deixaram 346 mortos, devido a um defeito no software de controle de voo MCAS.

O avião teve de permanecer em terra por 20 meses até ser autorizado a voar, no final de 2020.

No início de abril, porém, problemas elétricos nas cabines de alguns 737 MAX levaram à imobilização temporária de quase 100 aeronaves já entregues.

Na Bolsa, o título da fabricante caía 1,9% nas transações eletrônicas antes da abertura de Wall Street.

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