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BOE tem 1,9 milhão de razões para seguir paciência do Fed

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Autoridades do Banco da Inglaterra que preferem ser pacientes na redução dos estímulos devem dominar o debate de política monetária esta semana, destacando que os riscos para a recuperação do mercado de trabalho têm mais peso do que o avanço da inflação.

Com quase 1,9 milhão de pessoas ainda afastadas dos postos de trabalho, o Comitê de Política Monetária sinalizará na quinta-feira que não tem pressa em reduzir o plano de compras de títulos de 875 bilhões de libras (US$ 1,2 trilhão). Também é improvável que seja influenciado pela recuperação econômica, que deve ser a mais rápida entre o Grupo dos Sete este ano.

O presidente do BOE, Andrew Bailey, deve ecoar os comentários de Jerome Powell do Federal Reserve ao reconhecer a retomada, mas também enfatizar que a economia não está totalmente recuperada. Ele e a maioria dos outros membros do comitê do BOE têm dito repetidamente que o pico da inflação será temporário.

Embora a política monetária não seja alterada esta semana, o BOE ainda pode abalar os mercados com uma revisão sobre como acabará retirando o estímulo. A orientação atual é que a instituição não pretende reduzir o estoque da dívida acumulada por meio do programa de flexibilização quantitativa até que a taxa básica chegue a 1,5%. A decisão de diminuir esse limite poderia reverberar ao longo da curva de juros.

Definir um piso mais baixo seria possível porque o BOE também pode adotar formalmente juros negativos como ferramenta de política monetária, permitindo tecnicamente reduzir a taxa de referência abaixo de zero.

“A chave é o que farão com esse sequenciamento”, disse Peter Schaffrik, estrategista global da RBC Europe, que atualmente espera aumento dos juros em maio de 2022. Se “eles inverterem a situação e fizerem da redução do balanço patrimonial a principal ferramenta em qualquer tipo de aperto, então quase certamente essa previsão de aumento dos juros também será muito prematura”, disse.

Michael Saunders, membro do BOE, provavelmente deve discordar sobre as compras de títulos, apoiando um fim imediato do programa. Dave Ramsden também fez recentemente alguns comentários sobre aperto monetário, embora as projeções da Bloomberg Economics não apontem que seu voto será contrário ao da maioria. Com isso, o banco central britânico concluiria o programa em dezembro, conforme planejado.

Operadores elevaram as apostas de aumento dos juros. Agora precificam 13 pontos-base de aumentos até meados de 2022 contra apenas 7 pontos-base no mês passado.

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