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Boate Kiss: mulher de réu diz que instalação de espuma inflamável foi indicação de engenheiro

·2 min de leitura

SÃO PAULO — O júri da tragédia da Boate Kiss chegou, nesta segunda-feira, ao sexto dia de depoimentos. Uma das testemunhas de defesa, Nathália Daronch, afirmou que a instalação de espuma no palco da casa noturna foi indicada por um engenheiro. Ela é mulher de Elissandro Spohr, conhecido como Kiko.

A investigação do incêndio, que causou a marte de 242 pessoas em janeiro de 2013, concluiu que o material era tóxico e inflamável.

— Foi utilizada uma espuma que foi indicada. Depois do acontecido o Kiko ficou muito chateado, porque foi dito que ele tirou as espumas da cabeça dele, e eu me recordo muito bem que não foi, que foi uma indicação, que ele estava amparado por um engenheiro — disse Nathália.

Na última quinta-feira, o engenheiro Miguel Ângelo Teixeira Pedroso havia dito que a espuma era "desnecessáira" para a acústica da boate e que a indicação de instalação do material é "coisa de leigo".

Ainda segundo Nathália, a banda Gurizada Fandangueira não solicitou autorização a Kiko para usar artefatos pirotécnicos durante o show — o que é apontado como a causa do início do incêndio:

— Se houvesse sido solicitado o uso de pirotecnia com certeza teria sido negado.

Nathália relatou que estava longe do palco quando o incêndio começou e que achou que a confusão, iniciada quando o público tentava fugir, havia sido provocada por uma briga. Ainda segundo ela, Kiko estava do lado de fora e tentou ajudar as vítimas e os bombeiros.

Também foi ouvido nesta segunda-feira o empresário Stenio Rodrigues Fernandes, de 30 anos. À época promotor de eventos, ele tratava direto com Kiko questões como o acerto de ingressos para festas universitárias.

Sobre os artefatos pirotécnicos, ele disse que se lembra de ter visto a banda utilizá-los em outra casa notura, uma semana antes. No dia da tragédia, ele saiu da casa noturna minutos antes do incêndio começar:

— Alguma coisa me tirou de lá — disse o jovem.

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