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Boate Kiss: empresário diz que 'não era costume' informar casas sobre fogos em shows

·1 min de leitura

SÃO PAULO — No quarto dia de júri da boa Kiss, realizada neste sábado em Porto Alegre, o empresário e organizador de eventos Alexandre Marques afirmou que "não era de costume" informar as casas sobre o uso de fotos em shows.

LEIA: Boate Kiss: espuma que espalhou fogo era desnecessária, diz engenheiro em júri

Alexandre foi arrolado pelo advogado Jader Marques como testemunha de um dos réus e sócio da boate, Elissandro Spohr, conhecido como Kiko. Ele fazia o material gráfico para a casa.

Além de Kiko, os outros réus do caso são Mauro Lodeiro Hoffmann, também sócio da Kiss, Marcelo de Jesus dos Santos, músico da banda Gurizada Fandangueira, e Luciano Bonilha, produtor musical e auxiliar de palco da banda.

— Não era costumeiro solicitar as casas e nem avisar. Muita gente usava em vários lugares. Era algo que deixava o show muito bonito — disse Alexandre.

A testemunha chegou a dar um exemplo para dirimir o peso sobre os sócios da boate:

— Imagine o senhor me convidar, algum dos jurados me convidam pro réveillon. E vocês levam todos os amigos. Eu levo um artefato explosivo e sem comunicar vocês. Eu quero levar e atiro dentro de casa. E morre infelizmente um monte de gente. Vocês são os culpados?

O promotor David Medina da Silva então perguntou a Alexandre se ele estava dizendo que o proprietário da Kiss não sabia do uso dos fogos. A testemunha afirmou não saber responder a questão.

A segunda testemunha ouvida foi Maike Adriel dos Santos, um dos sobreviventes do incêndio e que perdeu a amiga naquela noite. Ele foi indicado pelo assistente de acusação.

Maike, que desmaiou durante o incêndio e teve sequelas, descreveu o tumulto ocorrido para fugir do fogo na boate.

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