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Boa relação entre Apple e BOE deve ameaçar atuação da LG no mercado de displays

·2 min de leitura

A BOE vem recebendo uma série de boas notícias no que diz respeito à sua relação com a Apple. A empresa, até o ano passado, produzia telas de reposição para o iPhone 12. Mas vem ampliando seu contrato com a gigante de Cupertino e agora pode começar a ameaçar a LG.

Recentemente ela teria sido designada para produzir 15 milhões de painéis OLED para o iPhone 13 e iPhone 13 Mini, o que a incentivou a expandir sua planta produtiva para chegar a 144 mil substratos mensais em 2022. Este número deve permiti-la, durante algum tempo, ter capacidade de fabricação acima da Samsung.

A sul-coreana recuperará a liderança em 2023, quando através dos seus novos investimentos chegar a 165 mil substratos mensais. Mas quem parece realmente sair perdendo nesse mercado é a LG.

Milhões de iPhone 13 terão telas da BOE (Imagem: Divulgação/Apple)
Milhões de iPhone 13 terão telas da BOE (Imagem: Divulgação/Apple)

Fora do mercado de celulares, a empresa ficou mais dependente dos seus outros investimentos — como a divisão de displays. E sua atual capacidade produtiva gira em torno dos 30 mil substratos mensais — com a possibilidade de expansão para apenas 45 mil mensais.

Isso deve pesar na hora que a Apple definir como distribuirá pedidos de tela para suas três fornecedoras. O que pode nem estar tão distante assim: já ouvimos falar do iPhone 14 e até do iPhone 15. Essas decisões administrativas são tomadas com bastante antecedência, e não parece que a LG possa reagir no curto prazo.

Como a BOE ganhou a confiança da Maçã, deixando de ser mera produtora de painéis de reposição, não seria surpreendente se Tim Cook olhasse com ótimos olhos para a capacidade produtiva dela agora que a pandemia começa a se tornar passado, e a economia mundial é retomada.

Contrato com a Apple é essencial para a LG

A atual distribuição para 2022, de acordo com fontes do mercado, envolve a Samsung como maior fornecedora (150 milhões de telas), LG como segunda (70 milhões) e a BOE como terceira (50 milhões). Esses números são alcançáveis a partir da quantidade de substratos que elas conseguem produzir hoje. Com a BOE expandindo suas plantas e crescendo em capacidade em 50%, é difícil que a LG não acabe ficando desprestigiada.

Para a sul-coreana não é uma notícia muito bem-vinda, por a Apple ser sua única cliente para displays OLED de sexta geração. A redução de pedidos pode deixar recursos ociosos nas fábricas da companhia. E esse é um problema que as duas outras fornecedoras não enfrentam, já que possuem outros contratos ativos no mercado.

Fonte: Canaltech

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