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BNDES terá programa para financiar exportações, diz Alckmin na Fiesp

*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 23.10.2019 - Sede do Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), na região central do Rio de Janeiro. (Foto: Lucas Tavares/Folhapress)
*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 23.10.2019 - Sede do Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), na região central do Rio de Janeiro. (Foto: Lucas Tavares/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (16), na Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) terá um um programa para financiar as exportações.

Segundo Alckmin, o volume de negócios com o país vizinho caiu de US$ 28 bilhões para US$ 15 bilhões e que uma das razões para essa queda vem do financiamento feito por países como a China para privilegiar esse tipo de negociação.

"A Argentina é o terceiro parceiro comercial brasileiro e é para onde vendemos mais produtos de manufatura", disse. Entre as medidas previstas pelo BNDES, segundo o ministro, estão a retomada dos trabalhos de uma comissão bipartite entre o Brasil e o país vizinho.

O financiamento a importadores, disse o vice-presidente, é parte da tríade definida pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, para o mandato, que inclui ainda economia verdade e inovação, essa última por meio da digitalização. Segundo Alckmin, "o BNDES pode buscar recursos lá fora".

"É importante ter um programa para ajudar a exportação porque nós estamos falando de emprego dentro do país. O comércio exterior é importantíssimo, cada vez mais relevante, e tudo o que pudermos fazer para fortalecer, e não é só exportação, é importação também, [vamos fazer]"

Diante da diretoria da Fiesp em São Paulo, Alckmin também disse que o presidente Lula "já disse que não vai revogar nem a reforma trabalhista, nem a previdenciária." A manutenção das mudanças feitas na legislação trabalhista em 2017 foi um dos pedidos feitos pelo presidente da Fiesp, Josué Gomes, ao abrir a reunião.

Foi durante a gestão de Michel Temer (MDB), presidente do conselho superior de estudos nacionais e políticos da Fiesp, que a reforma trabalhista foi aprovada no Congresso Nacional.

Josué disse que o setor industrial aceita discutir aperfeiçoar as regras vigentes, mas defendeu a importância de não "voltar a pontos do passado que foram avanços". "Estamos abertos, desde que não haja retrocesso.

Josué é um grande industrial, grande liderança, diz Alckmin O vice-presidente veio à Fiesp em um dia decisivo para o presidente da entidade, Josué Gomes. Nesta segunda, a federação se reúne em uma assembleia que poderá terminar com a destituição de Gomes.

Questionado se apoiaria a permanência do presidente da federação paulista, Alckmin disse que o assunto era interno da Fiesp, mas ressaltou ter "enorme apreço" por ele.

"Josué é um grande industrial, grande liderança. Espero que isso logo se resolva, é importante estarmos unidos. Vamos fortalecer esse laço com a Fiesp para podermos caminhar pela recuperação da industria, valor agregado, emprego e salário mais alto."