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Blue Origin avança no projeto Blue Moon e quer levar a primeira mulher à Lua

Danielle Cassita
·2 minuto de leitura

Na semana passada, a Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, avançou mais um passo no programa do motor BE-7 que equipará seu módulo de pouso lunar chamado Blue Moon. Foi realizado mais um teste deste motor de alta eficiência, que irá alimentar o lander. A novidade vem enquanto a NASA se aproxima da escolha de, afinal, qual será a empresa responsável pelos primeiros landers lunares que irão para nosso satélite natural em 2024 por meio do programa Artemis.

Um vídeo do procedimento, que durou cerca de 20 segundos, foi publicado na conta do Instagram de Bezos, onde ele comenta que “este é o motor que irá levar a primeira mulher para a superfície da Lua”. O componente irá alimentar o lander lunar HLS, cujo desenvolvimento de projeto foi finalizado recentemente e já foi entregue para a NASA. O modelo tem mais de 12 metros de altura, e seu elemento descendente do módulo foi desenvolvido pela Blue Origin, enquanto o elemento ascendente é da Lockheed Martin.

Confira o vídeo do teste:

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Segundo Brent Sherwood, vice-presidente da empresa, o BE-7 é um motor que usa os propelentes mais eficientes e é otimizado tanto para manobras no espaço profundo quanto para pousos na Lua. “Nossa série de testes do motor está amadurecendo o que é preciso para levar os americanos em segurança para a superfície lunar o mais rápido o possível”, comenta. “Estamos nos posicionando para usar os recursos do gelo da Lua para propelentes de foguete, que vão tornar a exploração sustentável e abrir a Lua para o comércio”.

A Blue Origin é a principal contratante da National Team, equipe formada em 2019 para ajudar na construção do lander Blue Moon. Junto da empresa, a Lockheed Martin, a Northrop Grumman e a Draper também compõem o time. Assim, a empresa de Bezos vem trabalhando na corrida pela construção do sistema da NASA que irá levar humanos para a Lua nos próximos anos, e recebeu a soma de U$ 579 milhões em um contrato com a agência espacial. Essa disputa tem outros grandes nomes, como SpaceX, de Elon Musk, e a Dynectis, da Leidos Holdings. A NASA deverá escolher duas empresas em março de 2021 para continuar a construção dos protótipos de landers para missões tripuladas a partir de 2024.

Até então, doze homens já caminharam na superfície lunar, mas nenhuma mulher esteve por lá — algo que deverá mudar com o programa Artemis, por meio do qual a NASA quer enviar a primeira mulher para nosso satélite natural, que será escolhida em meio aos grupos de astronautas atuais. “Na década de 1960, as meninas não tiveram a oportunidade de se verem naquele papel”, disse Jim Bridenstine, administrador da NASA. “Hoje isso mudou, e eu acredito que essa é uma oportunidade bastante empolgante”, finaliza.

Fonte: Canaltech

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