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BlackRock e Lombard dizem que temores de inflação são prematuros

Ruth Liew e Livia Yap
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Na visão da BlackRock e da Lombard Odier, as expectativas do mercado de uma aceleração sustentada da inflação e da retirada dos estímulos são equivocadas, o que cria oportunidades de compra em títulos corporativos.

Em um ambiente onde a economia começa a se aquecer, mas a alta de preços provavelmente é transitória, a Lombard prefere dívida corporativa de longo prazo na China e na Índia, disse Dhiraj Bajaj, responsável por crédito da Ásia. A BlackRock gosta de papéis corporativos de alto rendimento e títulos chineses, de acordo com Neeraj Seth, que supervisiona crédito asiático em Cingapura.

O crescente debate sobre as perspectivas para a inflação global divide investidores. Bill Gross e a Bridgewater Associates estão preparados para maior pressão de preços, enquanto outros argumentam que a recente onda vendedora do mercado motivada por esses temores resultará em correção.

“Os temores de inflação e, mais importante, as preocupações com as mudanças na política do Fed são prematuros”, disse Seth, da BlackRock. Embora a alta dos preços no curto prazo possa se acelerar com a reabertura das economias, a tendência provavelmente será “transitória”, disse em entrevista.

Outras gestoras, como Pacific Investment Management Co. e Guggenheim Investments, também argumentam que os temores dos riscos de inflação e taxa de juros são exagerados. Em seu relatório mais recente, a Guggenheim disse que dados mostram os ganhos de preços subjacentes em desaceleração. A Aberdeen Standard Investments espera certa inflação nos EUA, embora não “muito alta”.

Também na Europa, qualquer aumento dos preços ao consumidor pode ser passageiro. “Se olharmos além do ruído, a pandemia é, em última análise, deflacionária e isso aparecerá em algum momento nos números”, escreveram analistas do ING, como Carsten Brzeski, em nota para clientes na terça-feira. A equipe espera que a inflação na zona euro se acelere nos próximos meses antes de cair bem abaixo de 2% em 2022.

Para Seth e Bajaj, a recente onda de vendas e suas visões de longo prazo sobre a inflação significam que há oportunidades para aumentar as posições. Os títulos corporativos agora estão mais baratos, de acordo com Bajaj.

O crédito “se tornou mais atraente desde o início do ano, não há dúvida sobre isso”, disse. “A coisa mais lógica a fazer é comprar mais ou aumentar a duração.”

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©2021 Bloomberg L.P.