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BlackRock diz que pressão para ações agora virá de lucros piores

(Bloomberg) -- Para um mercado de renda variável que enfrenta Federal Reserve agressivo e iminência de recessão, a próxima bomba será o rebaixamento de lucros, de acordo com um diretor de investimentos da BlackRock.

“O que nos preocupa cada vez mais são os rebaixamentos dos lucros e isso ainda não aconteceu”, disse Nigel Bolton da BlackRock Fundamental Equities, em entrevista. “Veremos reduções bastante significativas para 2023”, disse.

As perspectivas para renda variável este ano foram minadas por preocupações com o aperto agressivo do Fed, que tenta domar a inflação alta. Os mercados vão descobrir na quarta-feira como o banco central americano responderá ao relatório de preços ao consumidor mais quente do que o esperado de agosto e sua visão sobre a economia americana.

As previsões de lucros dos analistas até agora têm resistido e as estimativas de margens de lucro apenas começaram a cair de máximas históricas. Na Europa, as revisões para cima ainda superam os rebaixamentos, de acordo com um indicador do Citigroup. Mas há sinais preocupantes. As ações da FedEx apagaram dois anos de ganhos na semana passada após a empresa alertar sobre condições piores.

Embora a temporada de balanços do segundo trimestre mais forte do que o temido tenha alimentado um rali forte do S&P 500 e Stoxx Europe 600, a maior parte desses ganhos já se desfez. Estrategistas, incluindo os do Morgan Stanley, Goldman Sachs e Sanford C. Bernstein, apontam para riscos para a lucratividade corporativa.

Os estrategistas da BlackRock Investment, incluindo Wei Li, disseram em nota na segunda-feira que um cenário de taxas mais altas e uma “recessão iminente” ainda não foram totalmente precificados nos mercados de ações.

Bolton disse que a recuperação mais recente das ações foi “apenas uma recuperação de mercado de baixa” e que uma desaceleração na demanda do consumidor e um Fed “hawkish por mais tempo” provocarão novas baixas. Mesmo assim, ele espera que os lucros nos EUA superem os da Europa por causa do impacto da crise de energia do outro lado do Atlântico.

Entre os setores, Bolton disse que os bancos devem se beneficiar de juros mais altos, enquanto o setor de energia provavelmente será impulsionados nos próximos 6 a 12 meses pela oferta apertada.

O maior impacto da crise energética na Europa provavelmente aparecerá nos setores de aço, cimento e produtos químicos, disse.

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