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BlackRock desconfia de rali de ações chinesas por tensão com EUA

(Bloomberg) -- A BlackRock está cautelosa com as perspectivas de longo prazo para as ações chinesas — mesmo com a recente melhora da confiança dos investidores — diante das incertezas nas relações com os EUA.

“A geopolítica continua sendo um risco importante”, disseram gestores da gigante de investimentos liderados por Belinda Boa, chefe de investimentos ativos para a região Ásia-Pacífico, em um relatório sobre as perspectivas para 2023.

Entre outras preocupações, há incerteza sobre o possível impacto de novas políticas dos EUA em setores que vão além dos semicondutores, bem como possíveis medidas de retaliação, disseram.

Empresas privadas e investidores estrangeiros também enfrentam um “clima potencialmente adverso” na China, dada a maior ênfase na ideologia em relação às últimas décadas, de acordo com a BlackRock.

O tom da maior gestora de recursos do mundo contrasta com o crescente otimismo em relação à China, e é bem diferente de sua própria visão um ano atrás.

Houve uma forte recuperação nas ações chinesas quando o governo divulgou diretrizes para abrandar o Covid Zero, e os investidores saíram às compras com múltiplos que já pareciam ter precificado muitas das más notícias. O índice Hang Seng China Enterprises já sobe quase 21% até agora em novembro, a caminho de seu melhor mês desde 2006.

Embora a BlackRock pareça apreensiva com as ações chinesas, a gestora reconhece que o crescimento econômico e o mercado podem surpreender positivamente se o setor imobiliário se estabilizar e as restrições contra Covid forem flexibilizadas.

Os economistas até agora estão relativamente pessimistas com as perspectivas de crescimento da China em 2023, vendo uma expansão de 4,9% no próximo ano, de acordo com sondagem da Bloomberg News. O Nomura cortou sua projeção para a expansão deste ano para 2,7%.

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