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Black Friday | Site revela se loja virtual é confiável ou não

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Infelizmente, o termo Black Friday virou, no Brasil, sinônimo de golpes virtuais. Como noticiado recentemente pelo próprio Canaltech, o número de campanhas de phishing (ou seja, emails maliciosos que levam o internauta para lojas falsas) cresceu em 80% com a proximidade de tal data. Os criminosos aproveitam a onda de ofertas reais para ludibriar os usuários, lucrando com o roubo de dados ou com a venda de itens que não existem.

Para ajudar os consumidores a evitarem esse tipo de problema, a empresa brasileira Axur desenvolver o Posso Confiar?, um serviço absurdamente simples e totalmente gratuito que lhe permite descobrir se determinada loja virtual é falsa ou não. Basta acessar possoconfiar.com.br, informar a URL do e-commerce (ou a página da oferta em questão) e obter o resultado positivo ou negativo em poucos segundos.

A companhia garante a eficácia da ferramenta — ela utiliza um algoritmo treinado com mais de cinco anos de experiência da Axur no combate às fraudes financeiras, sendo equipada ainda com um banco de dados composto por mais de 1 milhão de lojas falsas. Sempre que alguém denuncia uma página maliciosa, ela automaticamente é adicionada ao catálogo do Posso Confiar?, garantindo que o serviço esteja sempre atualizado.

<em>Imagem: Captura de Tela/Canaltech</em>
Imagem: Captura de Tela/Canaltech

“Em 2019, houve um aumento de 200% em casos de phishing durante a Black Friday. Neste ano, aguardamos pelo menos o mesmo crescimento, somado ao fato de que as compras por meios digitais dispararam devido à pandemia. Nossos levantamentos já mostram recordes absolutos no número de fraudes no primeiro semestre de 2020”, explica Fábio Ramos, CEO da Axur.

“Nos próximos relatórios, queremos ver esse número diminuir, então o atual momento foi mais um empurrão para colocarmos o site para rodar. Estamos muito comprometidos em oferecer mais segurança aos brasileiros na hora das compras na Black Friday e de final do ano”, complementa o executivo. “Por meio do site mostramos o perigo dos riscos digitais não apenas para os consumidores, mas também para as empresas que têm a sua marca usada como isca pelos bandidos”.

Fonte: Canaltech

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