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Black Friday movimentou R$ 7,52 bilhões no e-commerce, de olho em adiantar compras do Natal

·2 min de leitura

RIO — Pagamento via Pix, aumento de parcelamentos e do tíquete médio e participação recorde da população com 51 anos ou mais marcaram a Black Friday de 2021. Entre quinta e domingo, a data comercial movimentou R$ 7,52 bilhões, segundo o monitoramento da Neotrust.

A alta de 7,1% em comparação com 2020 é puxada pelo tíquete médio de R$ 654,06, que registrou alta de 7,2% ante o ano passado. O número de pedidos e o frete para entrega, por outro lado, tiveram leve queda no ano.

Segundo a head de Inteligência da Neotrust, Paulina Gonçalves, a redução do frete é uma das estratégias adotadas pelas empresas para manter promoções atrativas.

Dados compilados pela empresa de inteligência de mercado NielsenIQ Ebit sobre vendas de quinta e sexta mostram que o setor de Eletrodomésticos foi destaque em volume de pedidos e em faturamento em 2021.

O resultado é diferente de 2020, em que Casa e Decoração liderou o número de pedidos, dado que o ano foi marcado pelo isolamento social durante a pandemia, que levou as pessoas a redecorarem os cômocos das casas.

Mudança de comportamento

O resultado geral da Black Friday mostra que houve uma ligeira mudança de comportamento do consumidor. De olho na disparada de preços de alimentos e bebidas com a inflação galopante, muitos escolheram usar a data comercial para abastecer a dispensa para o Natal.

Números do balanço de quinta e sexta feito pela NielsenIQ Ebit mostram que o número de pedidos de produtos congelados cresceu 141%, enquanto Hortifrutigranjeiros subiram 89% e Frios, 82%. No faturamento, por outro lado, itens do "sacolão" lideram: aumento de 134% ante 2020, bem à frente de congelados (94%) e frios (57%).

Para a head de Inteligência da NielsenIQ Ebit, Keine Monteiro, a insegurança quanto à inflação e ao desemprego levaram os consumidores a adiantar compras de fim de ano:

"Há uma preocupação do consumidor diante das altas de inflação, da taxa de juros e do desemprego. Mas o destaque mesmo é na questão dos alimentos, que mostram que o brasileiro usou a Black Friday para fazer compras de alimentos e bebidas de olho no Natal", analisa Keine.

Pagamento via Pix

Outra novidade da Black Friday deste ano foi o crescimento expressivo de pagamentos via Pix. A ferramenta, criada pelo Banco Central em novembro de 2020, caiu no gosto dos brasileiros por simplificar transações financeiras.

Durante a data comercial, foi usada para a compra de 3,5% dos pedidos, e representa 2,1% do faturamento. O fluxo equivale a R$ 157,9 milhões em transferências por chaves Pix em quatro dias.

Por outro lado, entre quinta e sexta, houve redução do número de pagamentos à vista durante a Black Friday, de 56,6% para 54%, enquanto sobe de 7,7% para 10,6% a quantidade de vendas parceladas em 10 vezes no cartão de crédito.

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