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Black Friday | Dicas para fazer compras seguras durante o evento

As projeções para a Black Friday deste ano não poderiam ser mais atrativas. Impulsionado pela Copa do Mundo, o evento deve movimentar R$ 6 bilhões nos e-commerces com mais de 8 milhões de pedidos online, é o que diz a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). No entanto, assim como os comerciantes, a data é um prato cheio para golpistas, que se aproveitam da situação para enganar consumidores.

Segundo o monitor Checkpoint Research, somente em julho, o Brasil teve um salto de 122% em ataques cibernéticos — superando a média da América Latina que concentrou um aumento de 62%. Além disso, os cibercriminosos não se limitam mais a grandes corporativas. Um levantamento da Akad Seguros aponta que, dos 2,4 mil sites avaliados, 98% deles possuem algum tipo de vulnerabilidade.

Assim como as empresas devem investir em segurança, os consumidores também devem ficar atentos e se proteger. Alan Morais, sócio e diretor executivo da EXA Tecnologia, alerta para os diferentes tipos de golpes, em especial o do PIX: "[...] infelizmente, fraudar um QR code ou até mesmo utilizar um CNPJ falso tem se tornado um golpe comum. No final das contas, o cliente fica sem o valor pago e sem o produto".

O especialista separou 8 dicas de como se proteger durante a Black Friday e realizar compras seguras, confira:

Segundo a ABComm, o e-commerce receberá mais de 8 milhões de pedidos durante a Black Friday (Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)
Segundo a ABComm, o e-commerce receberá mais de 8 milhões de pedidos durante a Black Friday (Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)

8 dicas de como fazer compras seguras durante a Black Friday

1. Use aplicativos de segurança com a funcionalidade anti-phishing: essa ferramenta vai impedir que ofertas falsas cheguem no seu e-mail ou nos aplicativos de mensagem. O método de phishing,ou "pescaria digital", é uma fraude eletrônica em que um o cibercriminoso coloca uma isca, geralmente um link, que vai te direcionar para uma página infectada, onde seus dados serão roubados e utilizados para fazer compras ou transferências de valores.

2. Não clique em links desconhecidos: não entre em links promocionais enviados diretamente no seu WhatsApp ou nas redes sociais — visto que as políticas das plataformas não permitem que empresas tenham esse tipo de comportamento. Sendo assim, qualquer mensagem de uma oferta "imperdível" é, potencialmente, uma ameaça.

3. Confira o CNPJ ao realizar um pagamento via PIX: ao realizar uma compra online via PIX em que o CNPJ da empresa é a chave de pagamento, verifique os dados pelo site da Receita Federal. É gratuito e pode evitar que você realize um pagamento para outra pessoa e fique sem o seu produto.

4. Desconfie de ofertas muito tentadoras e verifique a reputação da empresa: ao realizar uma pesquisa pelo produto que deseja adquirir, sempre duvide de promoções com valores muito abaixo dos concorrentes. Além disso, procure pelo nome da empresa em sites de reputação, como o ReclameAQUI, e veja o que os clientes estão dizendo sobre a loja.

5. Não utilize dispositivos de terceiros: ao realizar uma compra online, não utilize computadores públicos, celulares de terceiros ou redes de Wi-Fi abertas. Sempre dê preferência a computadores com antivírus, firewall ativado, com navegador e sistema operacional atualizados.

6. Se receber um link de oferta direto do vendedor, nunca informar código de validação: Se você se engajou numa transação online, especialmente, fora de lojas oficiais, confiáveis, em algum momento o golpista vai enviar a você um “código de confirmação” para a suposta promoção. Leia o que está escrito naquele código – se for “acessar WhatsApp”, por exemplo, o criminoso se apodera de sua conta no aplicativo.

7. Desconfie de promoções "absurdas": sempre verifique se um site é confiável e desconfie de SMS e anúncios nas redes sociais que não sejam de páginas oficiais. Para conferir se uma oferta é verdadeira, entre no site oficial do varejista e busque pelo produto anunciado.

Fonte: Canaltech

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