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Black Friday: Antes de comprar um smartphone, confira quanto os preços subiram desde outubro

Letycia Cardoso
·2 minuto de leitura

RIO — Os interessados em comprar um smartphone nesta Black Friday devem ficar atentos ao sobe e desce de preços. Para ajudar o leitor a acompanhar a variação nos valores dos celulares, fizemos um levantamento, tendo como base uma pesquisa do Procon-RJ, que pode ser conferido abaixo.

Antes de escolher o aparelho, o consumidor deve ter em mente quais são suas necessidades em relação a um aparelho para garantir um bom custo-benefício: uma bateria mais duradoura, um processador capaz de rodar jogos pesados ou uma tela grande, por exemplo, aconselha Thiago Porto, engenheiro da Proteste, aconselha

— Normalmente, as marcas mais visadas são Motorola, Samsung e Apple. De vez em quando, algumas marcas sofrem picos de interesse, como a Xiaomi. No entanto, não é bom se prender a marcas, mas sim ao que vai proporcionar a melhor experiência. Não adianta comprar um celular top de linha, como um iPhone 12, para uma pessoa idosa, que terá dificuldades em usar — opina Porto.

O especialista ainda alerta que preço não é sinônimo de qualidade. Segundo ele, há marcas mais baratas que têm desempenho melhor do que outras mais caras. A única preocupação deve ser não comprar um aparelho muito antigo, para que a durabilidade seja maior.

— Nunca indicamos aparelhos muito antigos, principalmente com sistema Android, porque podem ficar defasados e ter problemas de segurança. Então, a pessoa deve optar por, no máximo, duas linhas atrás, como iPhones 10R e 8 plus; Galaxy S9 e S10; Motorola G7 e G8. Isso porque, depois de um tempo, eles param de receber atualizações, ficando com o sistema vulnerável a invasores — explica o engenheiro:

— Tem gente que troca de celular anualmente, mas isso não é necessário. É preciso comprar um celular que vá durar o máximo possível, pelo menos três anos. Normalmente, os Androids recebem atualizações por três anos, e os iPhones, por cinco ou seis.