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Bivolt lança álbum com Emicida, Duda Beat e Gloria Groove, mas entrega timidez para os convites: 'Tinha vergonha'

·3 min de leitura

Na última quinta-feira, a rapper Bivolt lançou o seu segundo álbum da carreira, intiulado "Nitro", além do clipe da música "Raspa placa". Segundo sua própria explicação, o título faz referência ao óxido nitroso, usado para acelerar os carros no automobilismo. O projeto também promete aumentar a velocidade sa sua carreira artística. Em três das oito faixas, ela conta com paticipações fortes. São elas Duda Beat, Gloria Groove e Emicida. Se na hora de fazer a música, ela mergulha de cabeça, para fazer os convites, ela revela certa timidez e explica que pensa bem cada participação.

— Não quero chamar uma pessoa para fazer música só por fazer. Gosto de trabalhar com quem eu sou fã. Com quem eu consumo. No meu último álbum, eu tive oportunidade de fazer música com os meus amigos. Para este álbum novo, eu quis trazer pessoas que são referência para mim. Eu tinha, sei lá, vergonha de chamar a galera para fazer música junto, maior bobeira — conta ela que lembra de um episódio desta produção: — Acho que o meu maior medo da vida é chamar alguém para fazer um som e tomar um toco. (Risos) E aconteceu. Mandei ali para o amigo e ele “oh, meu, tô ocupado demais”. Aí já tomo um toco e fico traumatizada. Tem que aprender a tomar toco também.

Mas parece que o medo já está passando. A cantora adianta que para os próximos trabalhos, já projeta parcerias com o cantor Vitão. Sobre ele, ela confessa que ficou impressionada com a sua capacidade de criar letras e melodias de primeira. Já neste trabalho, um dos momentos especiais foi com o Emicida, mas de longe, já que ele está fazendo uma vivência artística em Portugal.

— Mesmo em outro continente, ele conseguiu fazer as coisas todas sozinho, isso enriqueceu o processo. Ele mesmo se gravou, enviou as vozes. Gravou o vídeo para o clipe com o celular. Ficou mais intimista. Tem o toque dele, feito com as próprias mão, sabe? Fiquei muito grata. Uma coisa é ir num lugar para gravar suas vozes e acabou. Outra é fazer o processo. Sinto que o Emicida entregou demais, ele foi muito parceiro nessa música — agradece Bivolt.

A canção que ela gravou com Emicida se chama "Eu & tu", onde ela mostra um lado mais romântico, não muito comum na sua discografia. Como compositora,ela conta que sentiu a necessidade de abordar amor e afeto para ela e para os fãs.

— Eu estava estressada, ansiosa e angustiada. Encontrei refúgio no amor. Estava pronta para escrever mais uma música de revolta e estresse. Falei ‘não, isso tá me fazendo mal”. Não quero cantar isso agora. Preciso relaxar. É muito difícil lidar com crise de pânico e ansiedade. Ganhei algumas sequelas aí na pandemia. Sorte de quem tem um crush agora para encontrar forças, porque a mãe tá solteira aqui. (Risos) Estou cantando música de amor pros outros e dormindo sozinha. Mas tá tudo bem, uma hora vem — avalia a rapper.

Bivolt já chamou atenção logo no seu primeiro álbum, quando foi indicada ao Grammy Latino de 2020. Ali ela se tornou uma das poucas mulheres do rap indicadas ao prêmio. Nesta luta pela igualdade de gêneros, ela reconhece que o mercado melhorou, mas ainda tem muito o que caminhar.

— Da época que eu comecei para hoje, é outro rolê, outro universo. Só que acho que ainda tem muita coisa para melhorar. O público precisa se habituar a ouvir mulheres. Às vezes, só de ver que é uma mulher cantando nem param para ouvir o que a pessoa tem a dizer. No começo, quando comecei a batalhar, só tinha um monte de homem e eu. Hoje vejo a mulherada enfrentando os caras. Tem muitas meninas muito incríveis — ressalta a cantora.

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