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Bitcoin poderá ser ensinado no Ensino Médio da Argentina, entenda

·2 min de leitura
Garota assistindo o gráfico do bitcoin desenhado na lousa com giz
Garota assistindo o gráfico do bitcoin desenhado na lousa com giz

O Bitcoin deverá ser ensinado no Ensino Médio da Argentina, que agora é obrigado a conter educação financeira para os alunos. Estudar os fundamentos do Bitcoin e seu mercado é uma prática que não costuma ser obrigatória e grande parte do conteúdo técnico deste mercado está disponível na própria internet.

De qualquer forma, cada vez mais o ensino formal de escolas e faculdades buscam apresentar os conceitos deste mercado, em vários aspectos.

Isso porque, como uma moeda digital, o Bitcoin envolve tecnologia, finanças, economia, direito e muitos outros temas, que começam a ficar claros em ensinos. Mas no país vizinho do Brasilo Bitcoin poderá ser tema na área de finanças e investimentos já no ensino para adolescentes.

Na capital da Argentina, anúncio de que ensino médio terá aula sobre educação financeira abre as portas para o Bitcoin?

Segundo uma publicação do Ministério de Educação do Governo da cidade de Buenos Aires, a partir de 2022, o ensino médio local terá mudanças profundas na grade escolar dos alunos.

Isso porque, passa a ser obrigatório o ensino da educação financeira diretamente na escola. Além disso, os jovens terão aulas vocacionais para aprender mais sobre o mercado de trabalho e poderem sair da escola com uma formação mais completa, disse a ministra de Educação Soledad Acuña.

“Entendemos que a educação é a ferramenta por excelência para equalizar oportunidades e preparar os jovens para o seu futuro como adultos. Queremos dar aos alunos as experiências e conhecimentos necessários para que se adaptem de forma rápida e eficaz ao esquema de trabalho”.

Para oferecer esse estudo, o governo de Buenos Aires contará com a ajuda de empresas líderes do setor, como Ualá, Mercado Libre, Câmara Fintech da Argentina, Mujer Financiera, Balanz, Afluenta e Poincenot.

Uma das escolhidas para somar conhecimentos também será a Ripio, corretora de Bitcoin com sede no país e que será uma das palestrantes. Ou seja, é possível que os alunos já saiam da escola com um conhecimento de base em Bitcoin, moeda que ganha fama entre a população daquele país.

Inflação na Argentina

O que chama atenção para essa iniciativa é que a Argentina é um dos países da América Latina que passa por anos de alta na inflação, entre outros problemas graves na economia.

Considerando apenas a inflação ao consumidor no país, o preço subiu mais de 40% em 2021, o que mostra que consumir com a moeda local é uma tarefa complicada, senão impossível.

Dessa forma, a nova determinação de ensino de educação financeira deverá passar também pela explicação da inflação aos jovens, que já convivem com esse problema há alguns anos. Esse inclusive é o motivo para que muitos argentinos conhecessem o Bitcoin e começassem a buscar nas criptomoedas a proteção contra inflação.

Fonte: Livecoins

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