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BioNTech quer produzir vacinas contra a malária e tuberculose no Senegal e Ruanda

·1 minuto de leitura
O co-fundador e CEO da BioNTech, Ugur Sahin, em Berlim (AFP/Tobias SCHWARZ)

O laboratório alemão BioNTech anunciou, nesta sexta-feira (27), que pretende instalar "no ano que vem" locais de produção de suas vacinas de RNA mensageiro contra a malária e a tuberculose na África, mais especificamente no Senegal e Ruanda.

A empresa "avalia" a possível implantação nesses dois países para "apoiar o fornecimento de vacinas dos países membros da União Africana" (UA), anunciou em um comunicado.

A decisão foi tomada depois de ser recomendada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente, que depende da UA.

O diretor e co-fundador da BioNTech, Ugur Sahin, disse depois de uma reunião em Berlim que "confiava" que a instalação poderia começar "a partir do ano que vem".

"A BioNTech reafirma seu compromisso de produzir no continente africano as vacinas de RNA mensageiro contra a malária e a tuberculose que atualmente estão em desenvolvimento", acrescentou a empresa, que junto à americana Pfizer desenvolveu uma vacina contra a covid-19.

Este laboratório instalado em Maguncia (oeste da Alemanha) anunciou no final de junho que pretendia aplicar a promissora tecnologia de RNA mensageiro à malária e começaria com ensaios clínicos no ano que vem.

"É um dia histórico na nossa luta para conseguir a vacina", disse o presidente senegalês Macky Sall, enquanto seu homólogo ruandês Paul Kagame celebrou a iniciativa e "a visão" da BioNTech depois de sua reunião em Berlim.

Apenas 1% das vacinas que são usadas atualmente na África é produzido no continente. A União Africana deseja que esta porcentagem seja de 60% em 2040.

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