Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.528,97
    +456,35 (+0,95%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,69
    -0,98 (-1,56%)
     
  • OURO

    1.782,90
    +4,50 (+0,25%)
     
  • BTC-USD

    54.491,78
    -1.465,96 (-2,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.244,54
    +10,12 (+0,82%)
     
  • S&P500

    4.134,94
    -28,32 (-0,68%)
     
  • DOW JONES

    33.821,30
    -256,33 (-0,75%)
     
  • FTSE

    6.884,79
    +24,92 (+0,36%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.762,00
    -32,25 (-0,23%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6676
    -0,0349 (-0,52%)
     

BioNTech/Pfizer quer aumentar produção de vacina anticovid a 2,5 bilhões de doses

·2 minuto de leitura
Foto tirada em 27 de março de 2021 mostra o logotipo na fachada da nova fábrica da alemã BioNTech para a produção da vacina contra o coronavírus em Marburg, Alemanha

O laboratório alemão BioNTech anunciou, nesta terça-feira (30), que pretende fabricar em 2021 até 2,5 bilhões de doses de sua vacina desenvolvida com a americana Pfizer, o que representa 25% a mais do que inicialmente anunciado.

As capacidades de produção deverão aumentar devido à "otimização dos processos de produção", de "ampliação da rede de produção", além da autorização para retirar seis doses de um frasco, explica a empresa em um comunicado.

Até 23 de março, a companhia forneceu com seu parceiro "mais de 200 milhões de doses" da vacina contra a covid-19 no mundo.

A autorização, na semana passada, para o funcionamento de um novo local para a produção de doses na Alemanha, em Marburg (sul), deve apoiar o aumento das capacidades - com uma produção de 250 milhões de doses prevista para o primeiro semestre -, para eventualmente chegar a um bilhão de doses por ano.

A fábrica de Marburg, a cerca de 100 quilômetros de Frankfurt, é o segundo centro de produção da vacina BioNTech/Pfizer na Europa, além da planta de Puurs, na Bélgica.

Sua vacina, que foi a primeira a ser autorizada nos Estados Unidos e na União Europeia, agora é administrada em "mais de 65 países e regiões", de acordo com Ugur Sahin, chefe e cofundador da companhia com sede em Mainz (oeste).

"Já estamos vendo os primeiros sinais de queda nos casos de covid-19 e da mortalidade em vários países", explicou ele, acrescentando que o laboratório agora está trabalhando nas variantes e em testes clínicos adicionais.

Em particular, um estudo da vacina em crianças entre 6 meses e 12 anos foi lançado em março.

No total, a BioNTech tem pedidos de 1,4 bilhão de doses este ano e espera "um aumento da demanda", segundo seu comunicado.

A aliança germano-americana também possui três unidades de produção nos Estados Unidos.

Recentemente, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) autorizou o armazenamento dessa vacina em temperaturas de congelador, superiores às permitidas até o momento, o que facilitará sua distribuição.

No plano financeiro, a vacina contra a covid-19 permitiu à BioNTech gerar um lucro anual de 15,2 milhões de euros no ano passado, contra um prejuízo de 179,2 milhões em 2019, de acordo com os resultados publicados nesta terça-feira.

A empresa espera uma receita total de 9,8 bilhões de euros pelos contratos de entrega assinados, juntamente com um maior investimento em pesquisa e desenvolvimento em 2021.

No total, a BioNTech gastou 645 milhões de euros em pesquisas em 2020, um aumento acentuado devido ao desenvolvimento da vacina contra o coronavírus.

ys/smk/sg/mr