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Bilionário investe R$ 530 milhões para criar um novo modelo de redes sociais

·2 minuto de leitura
Ao invés de criar valor com dados pessoais, as redes sociais competiriam com base no serviço que fornecem aos usuários (Getty Image)
Ao invés de criar valor com dados pessoais, as redes sociais competiriam com base no serviço que fornecem aos usuários (Getty Image)
  • Frank McCourt é contra a monopolização de dados realizada pelas redes sociais

  • O investidor propõe um novo modelo de internet 

  • Ele afirma que ainda vivemos em um "sistema feudal" da era digital

O Facebook é importante demais para monopolizar as relações virtuais? Bom, esse é o pensamento de Frank McCourt, o bilionário do setor imobiliário e ex-proprietário de LA Dodgers que agora voltou sua atenção (e sua carteira) para impulsionar a evolução da internet além dos excessos e erros da Web 2.0.

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“Se você observar a forma como a Internet se desenvolveu com a Web 2.0, verá que essas estruturas de dados massivas são construídas por todos nós por trás de empresas privadas: o índice de pesquisa global do Google, o índice de produto global da Amazon, o sistema social global gráfico no Facebook ”, disse McCourt ao site Fast Company.

Para colocar o plano em prática, o bilionário propõe construir uma nova “arquitetura cívica” usando o blockchain como sua tecnologia básica. Dados sobre interações virtuais viveriam no sistema e seriam controlados por indivíduos em vez de empresas de internet. O investir 

O Blockchain usa um livro razão imutável espalhado por uma grande rede de computadores para rastrear transações e é a tecnologia básica que sustenta o Bitcoin e outras criptomoedas. Pensando em desenvolver a tecnologia, o bilionário está investindo US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 530 milhões). 

Ao invés de criar valor com dados pessoais, as redes sociais competiriam com base no serviço que fornecem aos usuários. As pessoas podem permitir que determinados aplicativos acessem suas informações pessoais, mas podem revogar esse privilégio a qualquer momento.

“Estamos falando sobre uma migração de outro sistema feudal para uma nova comunidade que pode ser construída com valores democráticos, não este tipo de processo estranho onde os dados das pessoas estão sendo literalmente roubados delas e usados ​​de maneiras não são construtivas para a sociedade", defende o bilionário.

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