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Biden saúda avanço no Congresso de gigantescos planos de investimentos

·2 minuto de leitura
O presidente dos EUA, Joe Biden, aposta em um plano de quase US$ 5 trilhões em gastos para modernizar a maior economia do mundo

O presidente americano, Joe Biden, comemorou nesta terça-feira (24) os avanços no Congresso de seus dois gigantescos planos de investimentos da ordem de quase 5 trilhões de dólares em infraestruturas e projetos sociais, depois que os democratas superaram suas divisões internas.

A votação definitiva ocorrerá no início do outono no hemisfério norte.

Até então estão previstas negociações intensas entre os setores da esquerda e do centro no próprio Partido Democrata, que tem uma pequena maioria nas duas câmaras do Parlamento.

Biden levou ao Congresso um plano de fomento da infraestrutura de 1,2 trilhão de dólares e um projeto de lei de investimentos ao custo de 3,5 trilhões de dólares durante dez anos, que financiaria melhorias na educação, no atendimento médico e na resiliência frente às mudanças climáticas.

"Hoje, a Câmara de Representantes deu um grande passo para investimentos históricos que vão transformar os Estados Unidos", disse o presidente democrata em discurso televisionado, originalmente previsto para se concentrar no Afeganistão.

"Estes investimentos vão reduzir as despesas das famílias e não só as aliviarão um pouco. Além disso, faremos investimentos imprescindíveis, esperados há tempo demais, em infraestrutura", acrescentou.

Criticado por todos os lados pela caótica retirada das tropas americanas de Cabul, Biden preferiu dedicar a abertura de seu discurso a este êxito político, após ter participado ativamente das negociações.

Concretamente, a Câmara de Representantes aprovou nesta terça uma resolução que vai permitir superar um possível bloqueio dos republicanos no Senado para poder aprovar, no outono, apenas com votos democratas se necessário, o "mais consequente" plano de reforma social nos Estados Unidos desde a década de 1930, disse Biden.

O projeto de investimentos sociais em educação, saúde, mercado de trabalho e combate às mudanças climáticas foi aprovado por 220 votos, todos democratas, contra 212, todos republicanos.

Os democratas deverão se concentrar agora em redigir um plano detalhado para 15 de setembro.

As negociações serão árduas: dois senadores democratas de centro já anunciaram que não vão apoiar uma despesa tão elevada.

Ainda não há data prevista para a votação.

Para acalmar os moderados, a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, disse que se comprometia a "aprovar o projeto de lei de infraestrutura bipartidário até 27 de setembro. O faço com o compromisso de reunir o apoio democrata na Câmara para sua aprovação", destacou.

O projeto de infraestrutura inclui 550 bilhões de dólares em novas despesas e tem como objetivo revitalizar e expandir as redes de rodovias, trens, pontes e ampliar o acesso da banda larga em todo o país.

Com a reorientação de outros financiamentos já existentes, o plano atinge um valor total de 1,2 trilhões de dólares.

elc/seb/dg/gm/mvv

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