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Biden recruta especialista para lidar com reconhecimento facial nos EUA

·2 minuto de leitura

O presidente dos EUA, Joe Biden, nomeou Álvaro Bedoya, professor de direito e pesquisador conhecido por suas teses sobre privacidade da população em relação a tecnologia, para a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) estadunidense.

Alvaro Bedoya é o fundador do Centro de Justiça da Privacidade e Tecnologia de Georgetown, onde o foco de sua pesquisa é o reconhecimento facial e outras formas de monitoramento. Antes de fundar essa instituição, ele foi o conselheiro chefe do subcomitê do senado americano para Privacidade, Tecnologia e Justiça.

Bedoya foi o coautor em 2016 de uma pesquisa sobre o uso não regulado de reconhecimento facial pela polícia nos EUA. O estudo, que foi feito durante um ano, mostrou que a maioria das pessoas adultas no país tinham seu rosto registrados em softwares usados por oficiais para reconhecimento facial, e que ninguém estava discutindo os vieses presentes no programa, seja racial ou sexual. O estudo resultou em várias novas leis para regular o uso de tecnologia pelo governo e pela polícia, além do primeiro estudo de vieses em tecnologia feito pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos da América.

Mais transparência para tecnologias de monitoramento

Álvaro Bedoya é conhecido nos EUA também pelos seus pedidos para que a forma que a tecnologia é usada para monitorar pessoas seja mais transparente. Em uma tese publicada em 2020, intitulada “Privacidade como um direito civil”, Bedoya diz que o peso das tecnologias de monitoramento caiu sobre os imigrantes e minorias, com relatos que a Immigration and Customs Enforcement (ICE), órgão responsável pelo controle de imigração, estava analisando automaticamente as redes sociais de imigrantes para escolher 10 mil pessoas por ano para serem deportadas.

<em>Álvaro Bedoya (Imagem: Reprodução/Universidade de Georgetown)</em><br>
Álvaro Bedoya (Imagem: Reprodução/Universidade de Georgetown)

Para Álvaro, assim como é possível olhar em registros da corte quando e por quanto tempo um juíz pediu para uma pessoa ter seus telefones grampeados, o mesmo processo deveria acontecer com as novas tecnologias. A transparência ajudaria na privacidade individual, afinal.

Com sua nomeação, a FTC ganha mais um membro preparado para o confronto com as Big Techs, que vem sendo uma pauta importante no primeiro ano do governo de Joe Biden.

Fonte: Canaltech

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