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EUA manifestam seu compromisso com Asean 'por gerações'

O presidente americano, Joe Biden (C), posa para foto com líderes da Associação de Países do Sudeste Asiático, em frente à Casa Branca, em Washington, DC, 12 de maio de 2022 (AFP/Nicholas Kamm) (Nicholas Kamm)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assumiu nesta sexta-feira (13) um compromisso de longo prazo com os países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), durante uma cúpula realizada em Washington.

Biden também anunciou investimentos de 150 milhões de dólares em benefício da Asean.

Uma região “livre e aberta, estável e próspera, resiliente e segura é o que todos nós buscamos”, disse o presidente aos líderes da Asean, um dia depois do início da cúpula de dois dias na Casa Branca.

A vice-presidente Kamala Harris, que teve um almoço de trabalho com os representantes, afirmou que o governo americano “reconhece a importância estratégica vital dessa região”.

“Como nação do Indo-Pacífico, os Estados Unidos estarão presentes e seguirão participando no sudeste asiático durante as próximas gerações”, declarou ela.

Biden anunciou que nomeará Yohannes Abraham, chefe de pessoal do Conselho de Segurança Nacional e assessor chave durante a transição presidencial, como embaixador na secretaria da Asean em Jacarta.

Os EUA não têm um embaixador nessa organização confirmado pelo Senado desde o governo de Barack Obama. Donald Trump nomeou só um enviado após perder as eleições de 2020.

- Contrastes com a China -

A cúpula permitiu que Biden insistisse em sua política asiática, após ocupar sua atenção principalmente com a invasão da Rússia à Ucrânia.

Ao assumir seu cargo em 2021, o presidente democrata disse que sua prioridade máxima em política exterior seria a competição global com a China, que superou os EUA como principal parceiro comercial do sudeste asiático.

Segundo Richard Fontaine, diretor executivo do Centro para uma Nova Segurança americana, as promessas de Biden na cúpula certamente levarão a “comparações incômodas”.

O presidente chinês, Xi Jinping, em sua própria cúpula virtual com a Asean no ano passado, anunciou 150 bilhões de dólares de ajuda para a região em três anos.

“Os Estados Unidos carecem de uma política comercial na Ásia, a região que mais importa”, disse Fontaine.

Espera-se que Biden anuncie um amplo Marco Econômico do Indo-Pacífico quando viajar na próxima semana ao Japão e à Coreia do Sul.

A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira novas iniciativas para essa região em um total de 150 milhões de dólares, dos quais 60 milhões serão investidos em segurança marítima contra a pesca ilegal, explicou um funcionário americano.

Washington também investirá 40 milhões em energia limpa, mas espera trabalhar com o setor privado para chegar aos 2 bilhões nessa área crucial.

- Isolar a Rússia -

A gestão de Biden conseguiu alguns avanços no sudeste asiático para isolar a Rússia. Na ONU, os dez países da Asean condenaram a ofensiva russa ou se abstiveram.

Em uma declaração conjunta após a cúpula, Estados Unidos e ASEAN "reafirmam" seu "respeito à soberania, à independência política e à integridade territorial na Ucrânia".

Retno Marsudi, ministro das Relações Exteriores da Indonésia, o maior país da Asean, disse em encontro com o secretário de Estado americano, Antony Blinken, que “respeitar a integridade territorial” é essencial para Jacarta.

"Nossa esperança é que a guerra na Ucrânia acabe o quanto antes", acrescentou. "Sabemos que se a guerra continuar, todos vamos sofrer".

A Indonésia será anfitriã da cúpula do Grupo dos 20 em novembro e convidou o presidente russo, Vladimir Putin, apesar dos protestos nos Estados Unidos, mas também convidou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Mianmar não foi convidada para a cúpula, em virtude do golpe militar que depôs o governo de Aung San Suu Kyi, no ano passado, provocando uma série de sanções americanas.

A declaração conjunta renovou o apoio ao chamado "consenso de cinco pontos" dos líderes da ASEAN, alcançado em Jacarta em abril de 2021, que pede o cessar da violência em Mianmar e um "diálogo construtivo".

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