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Biden promove sua ajuda à vacinação mundial em meio a propagação de variante

·3 minuto de leitura
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, antes de um discurso em Washington

Os Estados Unidos distribuíram no exterior mais de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid, superando todos os demais países juntos, assinalou nesta terça-feira o presidente Joe Biden, ao destacar seus esforços contra o avanço mundial da variante delta.

O anúncio, que segue a conquista tardia de Biden de aplicar ao menos uma dose da vacina em 70% da população adulta até 4 de julho, marca "só o começo" dos esforços dos Estados Unidos para ajudar o mundo a combater a covid-19, apontou a Casa Branca.

"Até agora, enviamos mais de 110 milhões de doses a 65 países. Essas entregas são gratuitas, não as estamos vendendo. Não há favoritismo, nem compromissos vinculados. Estamos fazendo isso para salvar vidas, nada mais", afirmou Biden em seu discurso.

O coronavírus matou pelo menos 4,2 milhões de pessoas desde seu surgimento na China no final de 2019. Os Estados Unidos, com mais de 613.000 mortes, são o país com mais vítimas mortais do mundo.

A disponibilidade de vacinas fez com que o número diário de novos casos se reduzisse drasticamente em muitos países nos últimos meses, mas a variante Delta, altamente contagiosa, impulsiona o aumento das infecções.

Os Estados Unidos enviaram 111.701.000 doses para mais de 60 países, a maioria por meio da iniciativa internacional Covax impulsionada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas também em colaboração com sócios como a União Africana ou Caricom (Comunidade do Caribe).

- Países receptores -

"Segundo as Nações Unidas, isso é mais do que as doações" de todos os demais países juntos, ressaltou Biden. Entre os maiores beneficiados estão Indonésia (8 milhões de doses), Filipinas e Colômbia (6 milhões de doses ou mais), assim como Vietnã, Bangladesh, Paquistão e África do Sul (5 milhões ou mais).

Na América Latina, além da Colômbia, houve envios para Guatemala (4,5 milhões), México (4,04), Argentina (3,5), Brasil, El Salvador e Honduras (3 milhões cada um), Paraguai, Peru e Equador (2 milhões cada um), Bolívia (1,008 milhão) e Costa Rica, Haiti, Panamá e Uruguai (com 500.000 ou mais cada um).

O governo de Biden afirmou que, a partir do final de agosto, começará a enviar os 500 milhões de doses da vacina Pfizer que se comprometeu a doar a 100 países em desenvolvimento.

À medida que os casos aumentam nos Estados Unidos, a campanha de vacinação recupera o fôlego depois de meses, principalmente em áreas tradicionalmente conservadoras e entre os jovens, pobres e minorias étnicas. Mas em um país onde tanto a máscara quanto as vacinas ganharam um cunho político, Biden pediu às autoridades locais que não impeçam as empresas e escolas de exigir o uso da máscara: "Se não vão ajudar, pelo menos saiam do caminho daqueles que tentam fazer o correto."

- Disney, Google, Facebook -

Biden destacou os mandatos recentes de vacinação impostos por empresas americanas e a tendência de alta das taxas de vacinação, principalmente em áreas de grande transmissão do vírus.

O nível de aprovação do governo Biden havia caído recentemente nas pesquisas, mas se mantém acima de 50%.

Pressionadas pela ala esquerda do Partido Democrata, autoridades de saúde americanas decretaram hoje uma nova suspensão dos despejos até 3 de outubro, devido aos riscos que os mesmos geram para a saúde pública durante a pandemia.

"A emergência da variante delta acelerou o ritmo dos contágios nos Estados Unidos, colocando mais cidadãos em perigo, especialmente se não estiverem vacinados", assinalou a diretora do Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Rochelle Walensky. "Essa suspensão era necessária para que as pessoas ficassem em casa, e não em lugares cheios, onde a doença se espalha", explicou.

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