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Biden planeja exportar pela 1ª vez vacinas autorizadas nos EUA

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, planeja enviar 20 milhões de doses adicionais de vacinas contra o coronavírus ao exterior até o fim de junho. O volume incluirá, pela primeira vez, doses autorizadas para uso doméstico, onde a oferta começa a superar a demanda.

Biden anuncia nesta segunda-feira que o país vai exportar 20 milhões de doses de vacinas da Pfizer, Moderna ou Johnson & Johnson, além dos 60 milhões da AstraZeneca que já havia planejado enviar a outros países, de acordo com uma autoridade do governo a par do plano.

A autoridade, que pediu para não ser identificada antes do anúncio oficial, destacou que as medidas são apenas um primeiro passo, já que os EUA agora focam no combate à pandemia em outros países. Biden já havia prometido que os EUA em breve se tornariam um “arsenal” do suprimento global de vacinas.

Biden também anunciará que Jeff Zients, que atuou como coordenador da resposta ao coronavírus na Casa Branca, será o encarregado da iniciativa para combater a pandemia no exterior, disse a autoridade. Zients trabalhará com o Conselho de Segurança Nacional e outras agências para direcionar doses para outros países.

O anúncio é um divisor de águas na pandemia e uma mudança de estratégia do governo Biden. O governo dos EUA, sob dois presidentes, ficou com quase todas as primeiras centenas de milhões de doses produzidas em território americano. Essa abordagem permitiu que Biden acelerasse o que tem sido uma das campanhas de vacinação mais bem-sucedidas do mundo, mas agravou desigualdades entre nações que podem produzir suas próprias vacinas e aquelas que não podem.

As vacinas da Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson são autorizadas para uso nos EUA, mas o imunizante da AstraZeneca ainda não recebeu sinal verde. Não está claro quais países receberão remessas dos EUA.

O México e o Canadá já receberam doses do estoque da AstraZeneca dos EUA, e a Pfizer começou a enviar doses de sua vacina produzida nos EUA para países como México, Canadá e Uruguai, além dos planos do governo Biden de compartilhar as doses.

A campanha de imunização dos EUA começa a ficar sem pessoas dispostas a se vacinar. O país deve ultrapassar o limiar de 60% dos adultos que receberam pelo menos uma dose na segunda-feira.

Ao mesmo tempo, dezenas de países de baixa renda e até mesmo algumas nações desenvolvidas ainda têm dificuldades para garantir o fornecimento de vacinas.

A Covax, o programa global que visa facilitar a compra e o acesso de vacinas para países de baixa renda, enfrenta falta de imunizantes e espera que o déficit alcance cerca de 190 milhões de doses no próximo mês, disse na segunda-feira o UNICEF, um dos parceiros da iniciativa. Biden já havia anunciado a promessa de destinar até US$ 4 bilhões para a Covax.

Biden tem enfrentado pressão para ajudar outros países, à medida que os EUA flexibilizam quase todas as medidas de mitigação, como o uso de máscaras, e outros países buscam controlar novos surtos e variantes com ofertas limitadas de vacinas. Biden lançou o que chama de “nova fase” do combate à pandemia, com foco no árduo trabalho de persuadir americanos mais hesitantes a tomar vacinas.

O número de casos nos EUA continua caindo, com 16.857 novas infecções registradas no domingo, o menor total diário desde março de 2020, embora nos domingos esse dado normalmente seja o menor em qualquer semana. O ritmo das vacinações caiu em mais de 30% na comparação com os últimos 30 dias, e agora oscila em cerca de 2 milhões de doses por dia.

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©2021 Bloomberg L.P.

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