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Biden: negociações no Congresso sobre reformas ficarão 'mais difíceis'

·2 minuto de leitura
Presidente Biden discursa na Casa Branca, em Washington, em 24 set. 2021 (AFP/Jim Watson)

O presidente americano, Joe Biden, manifestou nesta sexta-feira (24) sua confiança na aprovação dos dois projetos de lei de gastos que são a pedra fundamental de seu governo, mas reconheceu que as negociações no Congresso agora se aproximam da parte nevrálgica.

"Estamos chegando ao ponto difícil", disse ele à imprensa na Casa Branca.

Embora seu próprio partido, o Democrata, continue dividido quanto ao volume dos gastos propostos, que podem chegar a vários trilhões de dólares, Biden afirmou: "Acho que vamos terminar conseguindo aprovar ambos os projetos".

As próximas semanas estão entre as mais críticas para o mandato do democrata. Enquanto Biden tenta demonstrar suas habilidades para negociar, seus correligionários, assim como seus adversários republicanos, fazem seus cálculos políticos para as eleições de meio de mandato ("midterms") do ano que vem, nas quais cadeiras da Câmara de Representantes e do Senado estarão em jogo.

Os congressistas democratas se preparam para dias maratônicos de debate, correndo contra o relógio para finalizar o plano de gastos sociais de US$ 3,5 trilhões de Biden, conhecido como "Build Back Better".

A presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, prometeu aos moderados do partido uma votação em 27 de setembro sobre o projeto de lei de infraestrutura, de US$ 1,2 trilhão. O texto já foi aprovado pelo Senado.

Rivalidades internas atrasam, no entanto, o avanço de ambos os pacotes, com democratas moderados preocupados com o alto custo do projeto de lei de reconstrução, e os mais progressistas, exigindo que um acordo seja alcançado antes de se votar a legislação de infraestrutura.

Esta semana. Biden convidou cerca de 20 congressistas de centro e da ala mais progressista para uma reunião na Casa Branca. O objetivo é tentar chegar a uma frente unida sobre este plano de US$ 3,5 trilhões. Se aprovado, será o maior pacote de gastos federais da história dos Estados Unidos.

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