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Biden mira acordo digital para limitar poder da China na Ásia

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Autoridades da Casa Branca estudam propostas para um acordo de comércio digital que incluiria economias do Indo-Pacífico enquanto o governo americano busca maneiras de manter a influência da China na região sob controle, segundo pessoas a par dos planos.

Os detalhes do potencial acordo ainda estão em elaboração, mas o pacto poderia incluir os governos da Austrália, Canadá, Chile, Japão, Malásia, Nova Zelândia e Singapura, segundo uma das pessoas, que pediu para não ser identificada.

O acordo poderia estabelecer padrões para a economia digital, como regras sobre o uso de dados, facilitação do comércio e processos alfandegários eletrônicos, segundo outra pessoa. Também mostraria que o governo Biden está interessado em buscar novas oportunidades de comércio depois de passar os primeiros meses focado em cumprir os acordos existentes do que em avançar nas negociações com o Reino Unido e o Quênia, que foram herdadas da era Trump.

Talvez o mais importante, a política representaria um esforço inicial do governo Biden para apresentar um plano econômico para a região mais econômica e estrategicamente significativa do mundo depois que o então presidente Donald Trump deixou as negociações para o acordo comercial da Parceria TransPacífica em 2017.

Uma autoridade da Casa Branca disse na noite de segunda-feira que nenhuma decisão foi tomada, mas que o governo pretende aprofundar seu relacionamento com a região do Indo-Pacífico em muitas áreas, incluindo o comércio digital. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA não quis comentar.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, disse em coletiva de imprensa terça-feira em Pequim que não tem conhecimento da possível proposta, mas afirmou: “A China segue os princípios de abertura, inclusão e cooperação ganha-ganha e continua comprometida em trabalhar com os países vizinhos para promover o desenvolvimento regional.”

Defensores de tal pacto, como a ex-representante comercial adjunta interina dos EUA Wendy Cutler, sugerem que este poderia se basear nos acordos existentes na região, como o Acordo de Comércio Digital EUA-Japão, bem como outros firmados entre nações regionais, como Singapura-Austrália, e Singapura-Nova Zelândia-Chile.

“Austrália e Singapura são os favoritos, mas nem é preciso dizer que há oportunidade para outros acordos semelhantes, inclusive na região do Sudeste Asiático”, disse Will Hodgman, alto comissário da Austrália em Singapura, em entrevista à Bloomberg Television na terça-feira. “Portanto, veremos com interesse o que está acontecendo em relação a outros países.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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