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Biden faz planos para criar 'Rota da Seda' na América Latina

·2 minuto de leitura
Presidente dos EUA, Joe Biden
Investimento em direitos trabalhistas, meio ambiente e transparência financeira estão entre as prioridades do presidente dos Estados Unidos
(AP Photo/Patrick Semansky)
  • Joe Biden quer criar "rota da seda" na América Latina

  • Ideia é evitar o avanço da China e oferecer uma alternativa à iniciativa trilionária do país 

  • No Brasil, a expectativa é investir em negócios comandados por mulheres

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está com planos de construir uma “rota da seda” alternativa ao “Cinturão e Rota” da China. A ideia é torná-la local na América Latina e investir em direitos trabalhistas, preocupações com meio ambiente e transparência financeira.

As características, no caso, englobam tudo aquilo que a China é acusada de não ter. A iniciativa trilionária do país investe em países da Ásia e África, mas é duramente criticada.

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O comissário Daleep Singh foi enviado por Biden à Colômbia, Equador e Panamá, onde se encontrará com líderes do alto escalão desses países para conversar sobre projetos de infraestrutura. Singh também conhecerá líderes empresariais e do setor civil, conforme apurou a Bloomberg.

Até o momento, está confirmado na agenda do comissário o encontro com os presidentes Iván Duque, da Colômbia, e Guillermo Lasso, do Equador, além de Rafael Sabonge, ministro de Obras Públicas do Panamá. Para o Brasil, a expectativa é de que os negócios comandados por mulheres recebam o investimento.

G7 tentam evitar avanço chinês

No começo deste ano, líderes do G7 se reuniram para discutir maneiras de investir em países subdesenvolvidos e bater o crescente avanço da China.

Segundo a Bloomberg, é necessário um investimento de mais de US$ 40 trilhões – equivalente a R$ 217 trilhões, na conversão atual – em infraestrutura até 2035 nesses países.

O G7 nada mais é do que o grupo de países com algumas das maiores economias do mundo, formado por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.

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