Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,82 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,96 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,45
    +0,08 (+0,12%)
     
  • OURO

    1.852,80
    +14,70 (+0,80%)
     
  • BTC-USD

    45.067,13
    -2.720,98 (-5,69%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.246,99
    -111,57 (-8,21%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,73 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.130,51
    +102,94 (+0,37%)
     
  • NIKKEI

    28.001,82
    -82,65 (-0,29%)
     
  • NASDAQ

    13.373,75
    -13,25 (-0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3993
    -0,0047 (-0,07%)
     

Biden e Suga devem se unir em defesa de Taiwan diante de pressão crescente da China

Trevor Hunnicutt e David Brunnstrom
·2 minuto de leitura
Primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, em Tóquio

Por Trevor Hunnicutt e David Brunnstrom

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, mostrarão união em defesa de Taiwan, a questão territorial mais delicada da China, em uma cúpula desta sexta-feira, de acordo com uma autoridade norte-americana de alto escalão.

Biden e Suga devem combinar um comunicado conjunto sobre a ilha de governo democrático reivindicada por Pequim no primeiro encontro cara a cara de Biden com um líder estrangeiro, disse o funcionário, que falou pedindo anonimato.

O presidente e o premiê também debaterão o tratamento chinês aos muçulmanos na região de Xinjiang e a influência da China sobre Hong Kong, ao mesmo tempo em que anunciarão um investimento japonês de 2 bilhões de dólares em telecomunicações 5G em contraposição à chinesa Huawei Technologies.

"Vocês viram uma série de comunicados tanto dos Estados Unidos quanto do Japão sobre as circunstâncias no estreito, sobre nosso desejo de manutenção da paz e da estabilidade, de preservação do status quo, e acredito que vocês verão tanto um comunicado formal quanto consultas sobre estas questões", disse o funcionário graduado aos repórteres.

A última vez em que líderes dos EUA e do Japão se referiram a Taiwan em um comunicado conjunto foi em 1969, quando o premiê japonês disse que a manutenção da paz e da segurança na "área de Taiwan" era importante para sua própria segurança --algo ocorrido antes de Tóquio normalizar as relações com Pequim.

Agora a medida visa aumentar a pressão sobre a China, mas tal comunicado provavelmente ficará aquém do que os EUA estavam esperando de Suga, que herdou uma política para a China que tentou equilibrar preocupações de segurança com laços econômicos profundos quando assumiu o cargo em setembro.

Em um comunicado emitido após uma reunião de março entre os ministros da Relações Exteriores e da Defesa dos EUA e do Japão, os dois lados "sublinharam a importância da paz e da estabilidade no Estreito de Taiwan" e compartilharam "preocupações sérias" com os direitos humanos em Hong Kong e Xinjiang.

O funcionário norte-americano disse que o comunicado da cúpula seguirá "habilmente" por este caminho e que os dois países deveriam enviar um sinal claro de que o envio de aviões de guerra chineses ao espaço aéreo de Taiwan é incompatível com a paz e a estabilidade.

(Reportagem adicional de Yew Lun Tian em Pequim e Ben Blanchard em Taipé)