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Biden e Johnson querem unir G7 para acelerar vacinação global

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A primeira viagem ao exterior de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos terá como foco aumentar a disponibilidade de vacinas do Ocidente contra o coronavírus para outros países. A iniciativa visa limitar a influência da China e, ao mesmo tempo, acalmar as tensões com aliados em desacordo com os EUA por causa do acúmulo de vacinas no país e da postura do governo americano sobre direitos de propriedade intelectual.

Biden embarca na quarta-feira para a cúpula do Grupo dos Sete no Reino Unido para discutir como as democracias mais ricas podem ajudar o resto do mundo a eliminar o coronavírus. Biden e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, têm como objetivo unir o G7 em torno de um plano para disponibilizar mais imunizantes aos países de baixa renda.

Biden e Johnson se encontrarão pela primeira vez na quinta-feira, antes da reunião do G7.

A cúpula será uma demonstração de união de membros do G7 depois de terem passado grande parte do ano em desacordo por causa das vacinas. Biden irritou a Europa ao dar continuidade às políticas da era Trump, que direcionaram quase toda a produção inicial de vacinas dos EUA para os americanos, e ao apoiar a uma iniciativa de países de baixa renda para renunciar a certas proteções de patentes para os imunizantes.

Embora os países do G7 certamente concordarão sobre a necessidade de mais iniciativas, os detalhes sobre o que será proposto ou como será financiado permanecem obscuros. Johnson defendeu a meta de vacinar o mundo até o final de 2022, enquanto Biden afirmou que os EUA seriam um “arsenal” de vacinas para o resto do planeta, mas até agora comprometeu apenas 25 milhões de doses do estoque do governo dos EUA.

“Os EUA vão para o G7 em uma posição de força”, disse Jeff Zients, coordenador da resposta da Covid-19 do governo Biden, em comunicado. Cerca de 47% da população dos EUA está vacinada, de acordo com o rastreador de vacinas da Bloomberg, enquanto os casos de Covid estão em queda e a economia em recuperação.

“O presidente vai usar este momento para reunir as democracias mundiais em torno da solução desta crise globalmente, com a América liderando o caminho para criar o arsenal de vacinas que serão essenciais em nossa luta global contra a Covid-19”, disse Zients.

Os assessores de Biden disseram que a viagem do presidente americano à Europa terá como foco “três Cs” - Covid-19, China e Clima. Após o G7, Biden participará das cúpulas da OTAN e da União Europeia em Bruxelas antes de se reunir com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Genebra.

Acabar com a pandemia

No G7, “ele se juntará a outros líderes para traçar um plano para acabar com a pandemia de Covid-19, com mais compromissos específicos para esse fim”, disse na segunda-feira o conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan.

Fabricantes de vacinas já se comprometeram a disponibilizar mais de um bilhão de doses este ano para países de baixa e média renda. Mas as nações ricas abocanharam os primeiros suprimentos e ainda não está claro como as doses serão distribuídas daqui para frente.

Alguns países obtêm vacinas por meio da Covax, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde que depende em parte de doações, enquanto outros encomendaram diretamente dos fabricantes ou estão recebendo remessas dos EUA ou de outros países ricos.

“Gostaria de ver a maior contribuição que podemos do G7, porque acho que as doses estarão disponíveis”, disse Thomas Bollyky, diretor do Programa de Saúde Global do Conselho de Relações Exteriores. “O grande problema realmente será a alocação: para onde vão essas doses?”

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©2021 Bloomberg L.P.

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