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Biden descarta inflação duradoura nos EUA

·2 minuto de leitura
O presidente dos EUA, Joe Biden, caminha até o Marine One no gramado sul da Casa Branca em 16 de julho de 2021, em Washington, DC.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerou nesta segunda-feira (19) que os aumentos de preços nos Estados Unidos são "previsíveis" e "temporários", em resposta aos temores de um impulso inflacionário no país.

"A maior parte dos aumentos de preços que vemos são previsíveis e temporários", disse ele em discurso na Casa Branca, em que atribuiu a situação à reabertura da economia após a pandemia, que provoca "desafios" na oferta de materiais e bens.

"Nenhum economista sério" está sugerindo que haverá uma inflação descontrolada, destacou.

"Não é possível relançar a economia mundial e esperar que algo assim (um aumento dos preços) não ocorra", acrescentou, citando como exemplo a escassez mundial de microchips que freou "a produção de automóveis e fez subir temporariamente o preço dos carros".

Biden deu outro exemplo: o da madeira usada para construir casas nos Estados Unidos, cujos preços "aumentaram no início da reativação, mas nas últimas semanas diminuíram mais de 50%".

As declarações de Biden respaldam as da secretária do Tesouro Janet Yellen e também as do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que reconheceu que a magnitude do aumento de preços o surpreendeu, mas afirma que vai começar a ceder em alguns meses.

Powell admitiu na semana passada que a inflação continuará "elevada" nos próximos meses, mas disse que diminuirá assim que os "gargalos" do abastecimento de materiais e outros problemas temporários forem resolvidos.

A inflação nos Estados Unidos disparou nos últimos meses e o índice de preços ao consumidor (IPC) subiu 5,4% desde junho de 2020, a taxa mais alta em 12 meses desde agosto de 2008.

Os preços de atacado também aumentaram, com o índice de preços ao produtor em 7,3% nos 12 meses terminados em junho, o mais alto desde que o Departamento do Trabalho começou a medir em novembro de 2010, segundo dados publicados na semana passada.

Biden voltou a defender seu gigantesco plano de gastos sociais e infraestrutura, que será submetido a uma primeira votação no Senado na quarta-feira.

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