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Biden defende proteção jurídica a quem tiver sequelas de longo prazo da Covid-19

·1 minuto de leitura
Presidente dos EUA, Joe Biden

Por Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta segunda-feira que a Casa Branca defenderá que pessoas com sintomas de longo prazo causados pela Covid-19 sejam protegidas contra discriminação, no dia que marcou o aniversário de uma importante lei para pessoas com deficiências.

Agências dos EUA coordenarão para garantir que pessoas que sofram com problemas de saúde de longo prazo sejam protegidas, após o fim das suas infecções pelo novo coronavírus, disse.

“Muitos norte-americanos que parecem ter se recuperado do vírus ainda enfrentam desafios, como problemas para respirar, confusão, dor crônica ou fadiga”, disse Biden. “Essas condições às vezes podem chegar ao patamar de serem uma deficiência”.

Cerca de um em cada dez pacientes com Covid-19 ainda não se sente bem 12 semanas depois de suas infecções agudas e muitos sofrem com sintomas durante mais tempo, segundo um relatório produzido sob a supervisão da Organização Mundial da Saúde e publicado em fevereiro.

Biden discursou em um evento no Rose Garden que comemora o 31º aniversário da promulgação da Lei dos Americanos com Deficiências, que torna ilegal a discriminação contra pessoas com deficiência em acomodações públicas, empregos, transportes e na vida comunitária. Quase 57 milhões de norte-americanos tinham alguma forma de deficiência em 2010, segundo o Censo dos EUA.

Este novo esforço terá o objetivo de garantir que pessoas com sintomas de longo prazo causados pela Covid-19 “tenham acesso aos direitos e recursos devidos pela lei de deficiências”, disse Biden.

A Casa Branca não deu mais detalhes sobre o programa em um primeiro momento.

(Por Trevor Hunnicutt; Reportagem adicional de Steve Holland e Merdie Nzanga)

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