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Biden culpa Rússia e republicanos por inflação elevada nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, culpou nesta terça-feira (14) a oposição republicana e a invasão russa da Ucrânia pela inflação recorde registrada em seu país.

Em discurso durante uma convenção sindical na Filadélfia, um dia antes do anúncio do Federal Reserve (Fed, banco central) sobre a magnitude do aumento de suas taxas de juros de referência, o presidente ressaltou que a inflação prejudica "muitas famílias".

Biden voltou a rechaçar a ideia de que os gastos maciços do Estado federal durante a pandemia de covid-19 fossem responsáveis pela disparada dos preços, e preferiu explicar o fenômeno pelas repercussões da guerra na Ucrânia e pela obstrução do Partido Republicano a seus planos econômicos.

Segundo Biden, a invasão da Rússia - que produz hidrocarbonetos - à Ucrânia - um dos principais produtores de trigo do mundo - provocou os aumentos nos preços de combustíveis e alimentos.

Além disso, "os republicanos no Congresso fazem tudo o que podem" para impedi-lo de implementar seu programa para "reduzir os custos para as famílias comuns".

"É por isso que o meu plano não está concretizado e tampouco os seus resultados", esquivou-se.

O chefe de Estado argumentou que a inflação esconde a saída bem-sucedida dos Estados Unidos da pandemia, com salários em alta, números recordes de abertura de pequenas empresas e a mais vigorosa geração de emprego "da história" do país.

"Os empregos voltaram. Mas os preços continuam altos. A covid está caindo, mas os preços da gasolina estão subindo. Nosso trabalho não foi concluído", ressaltou o presidente.

A inflação nos EUA alcançou um novo recorde em maio, de 8,6% interanual, muito acima das expectativas dos analistas. O aumento dos preços ao consumidor voltou a acelerar no mês passado.

O Fed busca controlar a inflação com uma sucessão de aumentos nos juros para frear o consumo, depois de manter as taxas próximas de zero para impulsionar a demanda e o investimento durante a pandemia.

Por sua vez, o mercado dá como certo um novo aumento nas taxas de juros nesta quarta-feira.

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