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Biden avança com plano de infraestrutura para promover recuperação

Jerome CARTILLIER
·2 minuto de leitura
O presidente Joe Biden no Salão Oval em 3 de março de 2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, apresentará esta semana o segundo "megaplano" de sua Presidência, desta vez de grandes investimentos em infraestrutura, que exigirão aumentos de impostos que geram incômodo entre seus adversários políticos.

Como sinal da importância que atribui a esta iniciativa que poderá definir o seu mandato, Biden falará nesta quarta-feira em Pittsburgh, cidade onde lançou a sua campanha eleitoral há dois anos.

Depois que seu plano de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão foi aprovado, o pacote para obras públicas pode chegar a US$ 3 trilhões, ou até mesmo US$ 4 trilhões.

Sua porta-voz, Jen Psaki, afirmou que o objetivo é "reconstruir" a economia e "criar empregos com melhores salários para os trabalhadores americanos".

Biden anunciou em campanha que pretende modernizar a infraestrutura, melhorar a competitividade do país em relação à China e colocar os desafios das mudanças climáticas na agenda política dos Estados Unidos.

A batalha com a oposição no Congresso parece dura.

- As obras previstas -

Restaurar ou construir estradas, pontes, ferrovias, portos e aeroportos. A ideia é clara para a opinião pública. A questão principal é como financiar essa iniciativa.

O secretário de Transportes, Pete Buttigieg, ex-adversário de Biden nas primárias democratas, estará na linha de frente da batalha.

"Acho que temos uma oportunidade extraordinária de ter o apoio de ambas as partes para pensar grande e ousar em infraestrutura", comentou.

"Não se pode separar a dimensão climática" desse desafio, acrescentou.

Embora o entusiasmo e o capital político de Buttigieg sejam reais, a tarefa é árdua.

Para DJ Gribbin, especialista da Brookings Institution e ex-conselheiro de Donald Trump em infraestrutura, Biden faria bem em examinar os erros de seus antecessores.

Em primeiro lugar, deve definir com precisão o papel do governo federal, que não é, na grande maioria dos casos, o dono da infraestrutura.

Além disso, deve considerar o apetite dos americanos e legisladores por projetos "tangíveis": quanto se reduz os tempos de transporte? As rotas vão melhorar?

Se não mudar de foco, Biden entrará em conflito, como outros presidentes, com o Congresso, escreve DJ Gribbin em um blog.

E não conseguirá perpetuar "a tradição" de candidatos que prometem, "em vão, bilhões em infraestrutura".

jca/iba/ob/mr/dga/bn/mvv