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Biden assina decreto para promover a concorrência na economia dos EUA

·1 minuto de leitura
Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

Por Nandita Bose e Jarrett Renshaw e Diane Bartz 

  WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Joe Biden, editou um decreto abrangente nesta sexta-feira para promover mais competição na economia dos Estados Unidos, pedindo às agências que reprimam práticas anticompetitivas em setores que vão da agricultura a medicamentos e trabalho. 

 Se totalmente implementado, o esforço ajudará a diminuir os custos de internet aos norte-americanos, permitir o reembolso de taxas de bagagem das companhias aéreas para bagagens atrasadas e reduzir alguns preços de medicamentos com prescrição, entre outros passos. 

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  Biden disse que o decreto "compromete o governo federal com a aplicação total e agressiva de nossas leis antitruste". 

  "Chega de tolerar ações abusivas por parte de monopólios. Chega de fusões ruins que levam a demissões em massa, preços mais altos e menos opções para trabalhadores e consumidores", disse ele antes de assinar o decreto. 

  A Casa Branca disse que a taxa de criação de novas empresas caiu quase 50% desde os anos 1970, conforme grandes empresas dificultam a entrada de norte-americanos com boas ideias no mercado. 

  A ação de Biden é um decreto abrangente que vai atrás de monopólios corporativos em uma ampla faixa de setores e inclui 72 iniciativas nas quais o presidente deseja que mais de uma dúzia de agências federais atuem. 

 As agências antitruste serão orientadas a focar sua fiscalização nos setores de trabalho, saúde, tecnologia e agricultura à medida que tratam de uma longa lista de questões que irritaram os consumidores e, no caso dos preços dos medicamentos, levaram alguns à falência. 

 As iniciativas sem dúvida iniciarão uma série de embates com as indústrias afetadas. 

  (Por Nandita Bose e Jarrett Renshaw em Washington; Reportagem adicional de Diane Bartz, Caroline Humer e David Shepardson) 

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