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Biden anuncia que equipe de segurança nacional está 'pronta para liderar o mundo'

·2 minuto de leitura
Presidente eleito Joe Biden durante evento em Wilmington, Delaware, em 24 de novembro de 2020

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta terça-feira (24) que, com a equipe que escolheu para a segurança nacional, seu país estará "pronto para liderar o mundo" quando o governo de Donald Trump terminar.

Os seis homens e mulheres que compõem a liderança que vai dirigir a diplomacia e a segurança nacional afirmaram que representam a volta do multilateralismo, da cooperação global e do combate conjunto às mudanças climáticas, após quatro anos de um governo republicano menos inclinado a associações.

"É uma equipe que reflete o fato de os Estados Unidos estarem de volta. Prontos para liderar o mundo e não se afastar dele", disse Biden, apresentando seus escolhidos em evento em Wilmington, onde o distanciamento social foi respeitado. O próprio presidente eleito desinfetou o pódio antes de passar a palavra.

O futuro chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, prometeu uma mudança de foco, dizendo que, quando assumir o cargo, agirá com humildade e confiança.

"Como disse o presidente eleito, não podemos resolver os problemas do mundo sozinhos. Precisamos trabalhar com outros países, precisamos da cooperação deles. Precisamos de parcerias", disse.

A escolhida por Biden para representar os Estados Unidos na ONU, a diplomata Linda Thomas-Greenfield, reiterou o mesmo discurso e garantiu que "o multilateralismo está de volta".

O ex-secretário de Estado John Kerry, que foi nomeado por Biden como representante especial dos Estados Unidos para o clima, confirmou que seu país retornará ao pacto de Paris assinado em 2015, do qual Trump se retirou, mas pediu mais ambição na luta contra o aquecimento global.

Kerry disse que o acordo climático de Paris "não é suficiente" e exortou todos os países na conferência de Glasgow no ano que vem a "aumentarem suas ambições".

Biden também apresentou Alejandro Mayorkas, que será o primeiro latino secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão do governo responsável pela imigração, entre outras funções.

Mayorkas, que nasceu em Havana e imigrou com a família, lembrou que seus pais o levaram para os Estados Unidos para "fugir do comunismo".

Na cerimônia também estava Avril Haines, que será a diretora de Inteligência Nacional, e Jake Sullivan, Assessor de Segurança Nacional.

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