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Biden alertará Putin para piores sanções até hoje se Rússia invadir Ucrânia

·2 min de leitura
Presidente dos EUA, Joe Biden, durante pronunciamento na Casa Branca

Por Steve Holland e Andrew Osborn

WASHINGTON/MOSCOU (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, usará uma videoconferência com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta terça-feira para dizer a ele que seu país será alvo das piores sanções econômicas até hoje se invadir a Ucrânia, disseram autoridades norte-americanas.

Elas disseram que as sanções, que uma fonte disse poderem visar os maiores bancos da Rússia e sua capacidade de converter rublos em dólares e outras moedas, foram concebidas para dissuadir Putin de usar os milhares de soldados reunidos perto da fronteira com a Ucrânia para atacar.

O Kremlin nega reiteradamente ter essas intenções e diz que o posicionamento dos soldados é puramente defensivo. Por sua vez, o governo russo expressa dúvidas sobre as intenções ucranianas e diz querer garantias de que a Ucrânia não usará a força para tentar retomar território perdido para separatistas apoiados pela Rússia.

Antes de sua primeira conversa direta com Putin desde julho, Biden consultou aliados europeus na segunda-feira para debater planos para as sanções contra a Rússia e buscar uma postura forte em apoio à soberania e à integridade territorial da Ucrânia.

Biden conversou com o presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, e o premiê britânico, Boris Johnson.

Eles conclamaram a Rússia a amenizar as tensões e retomar a diplomacia e disseram que suas equipes se manterão em contato próximo, inclusive em consultas com aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e parceiros da União Europeia, para uma "abordagem coordenada e abrangente", disse a Casa Branca.

A equipe de Biden identificou uma série de penalidades econômicas para impor caso a Rússia inicie uma invasão, disse uma autoridade de alto escalão do governo dos EUA.

Outra fonte a par da situação disse que se debateu visar o círculo íntimo de Putin, mas que nenhuma decisão foi tomada. Sanções contra os maiores bancos da Rússia e sua capacidade de converter rublos em dólares e outras moedas também estão sendo cogitadas, disse outra fonte.

A rede CNN noticiou que os EUA poderiam incluir a medida extrema de desligar a Rússia do sistema de pagamentos internacional Swift, usado por bancos de todo o mundo.

Já a agência Bloomberg noticiou que os EUA e aliados europeus estão estudando sanções contra o Fundo Russo de Investimento Direto.

(Reportagem adicional de Idrees Ali em Washington, Gleb Stolyarov em Moscou e Michelle Nichols nas Nações Unidas)

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