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BID tem US$ 500 milhões em ajuda para vacinas na América Latina

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem ajudado países a comprarem vacinas contra a Covid-19 e pode desembolsar cerca de US$ 500 milhões para combater a pandemia na região mais afetada do mundo.

O BID está em negociações com Argentina e Panamá e fabricantes de vacinas para fornecer crédito para compras de cerca de US$ 50 milhões a US$ 100 milhões para cada país, disse Mauricio Claver-Carone, presidente da instituição com sede em Washington. Esses seriam os primeiros países a acessarem uma iniciativa do BID lançada em março para ajudar a resolver obrigações de indenização relacionadas às vacinas em negociações de contratos com fabricantes.

Até o momento, o BID usou cerca da metade do US$ 1 bilhão anunciado em dezembro para ajudar governos nas compras e distribuição de doses. O banco já apoiou Argentina, Belize, Equador e Trinidad e Tobago com adiantamentos para comprar imunizantes por meio da Covax, iniciativa criada para distribuir imunizantes a países de baixa e média renda apoiada pela Organização Mundial da Saúde. Os esforços do BID são concentrados em países pequenos ou com menor capacidade de autofinanciamento.

“Ainda estamos em negociações com várias farmacêuticas” sobre as garantias para as vacinas para a Argentina e o Panamá, disse Claver-Carone em entrevista na terça-feira. “Não é questão de dinheiro, é uma questão de detalhes legais para garantir que seja feito corretamente para a satisfação de todas as partes.”

A América Latina está entre as regiões mais afetadas pela pandemia. Com apenas 8% da população global, responde por 25% das mortes de Covid-19. Em 2020, foi a região que registrou a maior queda na riqueza total, que encolheu 11,4% ou US$ 1,2 trilhão, segundo relatório do Credit Suisse.

Em abril, o Fundo Monetário Internacional previu que a renda per capita da região não retornará ao nível pré-pandemia antes de 2024, resultando em uma perda de 30% em relação à tendência pré-coronavírus.

O BID lançou a iniciativa de garantias para ajudar os países a reduzirem o potencial custo das responsabilidades pelo uso generalizado de vacinas das empresas que, segundo declaração de Claver-Carone na época, representava um obstáculo para compras diretas dos produtores.

Claver-Carone disse que o banco discutiu anteriormente garantias para o Brasil, que acabou contratando seguros privados, e Paraguai e Peru, que no final não precisaram usar a iniciativa do BID. Mas os países começam a rever a questão à medida que as necessidades de imunizantes aumentam e os contratos diretos com as farmacêuticas continuam, disse.

Em março, o BID disse que a América Latina enfrenta riscos à medida que a economia se recupera da pior recessão em dois séculos. Embora a previsão seja de que o PIB da região cresça 4,1% este ano com o avanço da vacinação e reabertura da economia, o crescimento mais fraco nos EUA e na Europa, as campanhas de imunização mais lentas e novas cepas do coronavírus podem limitar a expansão em 2021, segundo o banco.

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©2021 Bloomberg L.P.

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