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Bianco diz que programa de redução de salário pode ser prorrogado por mais 2 meses

Mariana Ribeiro
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Governo não vê a possibilidade de uma onda de demissões após o fim do benefício O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, disse que o BEm, pago a trabalhadores que tiveram redução de jornada ou suspensão do contrato, não deve extrapolar o ano de 2020, mas pode ser prorrogado novamente, provavelmente por mais dois meses. “Obviamente faremos todas as conversas internas para que isso se viabilize”, disse, acrescentando que essa é a vontade do ministro da Economia, Paulo Guedes. O secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, acrescentou não ver a possibilidade de uma onda de demissões após o fim do benefício. Ele alegou que as medidas são pensadas em conjunto e vê “clara tendência de geração de empregos”. Bianco disse que o governo está revisando mais de 2 mil atos normativos e que a ideia é, nos próximos dias, transformá-los em pouco mais de duas dezenas. O governo quer dar segurança jurídica e transparência à legislação trabalhista, defendeu. Sobre a proposta de prorrogar em duas parcelas o pagamento do seguro-desemprego, discutida no âmbito do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, disse que é “ambiciosa” e está em estudo. O impacto seria de R$ 16 bilhões, “nada desprezível”, afirmou. Assim, a medida só faria sentido se ficasse configurada uma real situação de vulnerabilidade dos trabalhadores, defendeu. Bruno Bianco, secretário da Previdência e Trabalho Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil