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Bezos e Ambani intensificam batalha por mercado indiano

Upmanyu Trivedi, Saritha Rai e Sanjai P R
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A disputa entre a Amazon.com e a Reliance Industries, de Mukesh Ambani, pelo domínio do lucrativo mercado de comércio eletrônico da Índia se transforma em um confronto direto. Ambos os lados disputam os ativos de uma rede de supermercados que poderia ser chave para suas ambições.

Ambani e Jeff Bezos, dois dos homens mais ricos do mundo, querem as lojas e depósitos da Future Retail, que se expandiu em cidades e pequenas vilas indianas vendendo diversos tipos de produtos, de roupas a eletrônicos. A Amazon, que possui participação em uma unidade da Future, e a Reliance firmaram acordos nos últimos meses com o Future Group que, segundo as empresas, agora estão sendo violados.

A Reliance pretende comprar os ativos da Future Retail “sem qualquer demora”, disse a unidade do conglomerado em comunicado no domingo, depois que um tribunal de arbitragem de Cingapura impediu a Future de prosseguir com a transação. A Reliance concordou em comprar as unidades de varejo, atacado, logística e depósito da Future por US$ 3,4 bilhões em agosto, o que levou a Amazon a solicitar uma audiência de emergência para impedir a compra.

Em comunicado separado na segunda-feira, a Future Retail disse que não era parte dos procedimentos de Cingapura e que o assunto “terá que ser testado” sob a lei de arbitragem indiana.

“Pode-se esperar que procedimentos legais sejam iniciados nos tribunais indianos” tanto por parte da Future quanto da Amazon, disse Amit Jajoo, sócio do escritório de advocacia IndusLaw. “Se o Future Group for impedido de prosseguir com a venda, efetivamente isso também vai parar a Reliance.”

A Amazon quer bloquear a compra dos ativos físicos da Future pela Reliance porque tal negócio daria a Ambani um domínio sem paralelo na única economia com bilhão de pessoas aberta a empresas estrangeiras. Bezos apostou mais de US$ 6 bilhões na Índia, e os ativos da Future permitirão que a empresa entre em pequenas cidades com consumidores-chave em um mercado estimado em US$ 1 trilhão.

Representantes da Amazon não quiseram comentar além do comunicado de domingo, que avaliou como positiva a ordem de Cingapura e se comprometeu com uma arbitragem rápida.

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