Mercado abrirá em 7 h 43 min
  • BOVESPA

    106.924,18
    +1.236,18 (+1,17%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.579,90
    +270,60 (+0,55%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,12
    -2,37 (-2,14%)
     
  • OURO

    1.804,80
    -3,40 (-0,19%)
     
  • BTC-USD

    30.397,48
    +834,90 (+2,82%)
     
  • CMC Crypto 200

    682,47
    +1,36 (+0,20%)
     
  • S&P500

    4.023,89
    +93,81 (+2,39%)
     
  • DOW JONES

    32.196,66
    +466,36 (+1,47%)
     
  • FTSE

    7.418,15
    +184,81 (+2,55%)
     
  • HANG SENG

    19.863,57
    -35,20 (-0,18%)
     
  • NIKKEI

    26.563,70
    +136,05 (+0,51%)
     
  • NASDAQ

    12.307,25
    -75,50 (-0,61%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2552
    -0,0039 (-0,07%)
     

Bela imagem captura detalhes de galáxias em fusão

Um foto impressionante da dupla de galáxias NGC 1512 e NGC 1510 foi registrada pela Dark Energy Camera, um instrumento que captura imagens de campo amplo instalado no telescópio Víctor M. Blanco, no Observatório Interamericano Cerro Tololo. As galáxias estão em processo de fusão e a câmera revelou detalhes incríveis desse processo.

A Dark Energy Camera é parte do Dark Energy Survey (DES), um programa do NOIRLab que visa estudar a energia escura por meio da observação e mapeamento de centenas de milhões de galáxias durante um período de seis anos (de 2013 a 2019). Vasculhando esses dados, os cientistas podem também encontrar objetos individuais ou em interação.

No caso da grande galáxia espiral barrada NGC 1512, localizada a cerca de 60 milhões de anos-luz de distância, a interação é com a galáxia anã lenticular NGC 1510. O processo está acontecendo há 400 milhões de anos, e desencadeou ondas de formação de estrelas em ambas as galáxias.

As duas galáxias estão cercadas por incríveis formações de novas estrelas, impulsionadas pelo processo de fusão (Imagem: Reprodução/Dark Energy Survey/DOE/FNAL/DECam/CTIO/NOIRLab/NSF/AURA/TA Rector/J. Miller/M. Zamani/D. de Martin)
As duas galáxias estão cercadas por incríveis formações de novas estrelas, impulsionadas pelo processo de fusão (Imagem: Reprodução/Dark Energy Survey/DOE/FNAL/DECam/CTIO/NOIRLab/NSF/AURA/TA Rector/J. Miller/M. Zamani/D. de Martin)

Graças ao amplo campo de visão e resolução da câmera, as galáxias entrelaçadas aparecem repletas de estrelas azuis em seus arredores. A cor azulada dessas regiões indica que são estrelas jovens e massivas. Por outro lado, as estrelas que parecem muito grandes pertencem, na verdade, à Via Láctea, e estão muito mais próximas.

Se observarmos a imagem com mais atenção, também encontraremos outras galáxias ainda mais distantes ao fundo — tão distantes que parecem ser menores que as estrelas em primeiro plano da Via Láctea.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos