Mercado abrirá em 2 h 28 min
  • BOVESPA

    122.937,87
    +1.057,05 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.371,98
    +152,72 (+0,31%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,75
    +0,48 (+0,72%)
     
  • OURO

    1.869,30
    +1,70 (+0,09%)
     
  • BTC-USD

    45.315,05
    +264,61 (+0,59%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.257,49
    +59,57 (+4,97%)
     
  • S&P500

    4.163,29
    -10,56 (-0,25%)
     
  • DOW JONES

    34.327,79
    -54,34 (-0,16%)
     
  • FTSE

    7.060,31
    +27,46 (+0,39%)
     
  • HANG SENG

    28.593,81
    +399,72 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    28.406,84
    +582,01 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    13.391,75
    +88,25 (+0,66%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4402
    +0,0303 (+0,47%)
     

BCE vai agir sobre altas injustificadas nos custos de empréstimos, diz vice-presidente

·1 minuto de leitura
Vice-presidente do BCE, Luis de Guindos

FRANKFURT (Reuters) - O Banco Central Europeu agirá sobre qualquer aumento "prejudicial" nos custos de empréstimos e considera a remoção do estímulo precocemente um risco maior do que agir tarde demais, disse o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, nesta quarta-feira.

Com os custos dos empréstimos subindo no mês passado, o BCE aumentou as compras de títulos para limitar os rendimentos, mas algumas autoridades estão agora discutindo um corte nas compras de títulos assim que a pandemia for controlada, no segundo semestre do ano.

"No momento, os riscos da retirada antecipada das políticas econômicas são maiores do que os riscos associados à manutenção das medidas de apoio em vigor", disse Guindos em uma audiência na Comissão dos Assuntos Econômicos e Monetários do Parlamento Europeu.

Várias autoridades, incluindo a chefe do BCE, Christine Lagarde, expressaram satisfação com a reação do mercado sobre a decisão do banco em março de aumentar "significativamente" as compras de títulos e Guindos disse que o BCE agirá novamente se os mercados estiverem fora de sincronia com os desenvolvimentos econômicos reais.

"Estamos monitorando continuamente as condições de financiamento favoráveis e isso será nosso guia no curto e médio prazo, e se percebermos... que há um aperto prejudicial nas condições de financiamento, vamos reagir; isso faz parte do nosso compromisso no curto prazo, até que a pandemia acabe", disse.

(Por Balazs Koranyi)