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BCE se prepara para potencial aumento da inadimplência

Steven Arons, Boris Groendahl e Nicholas Comfort
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Banco Central Europeu está intensificando a supervisão do risco de crédito de bancos do continente para entender melhor o preparo dessas instituições diante de uma possível onda de inadimplência desencadeada pela pandemia.

Autoridades do BCE e de agências nacionais de fiscalização estão pedindo a instituições como BNP Paribas, Société Générale e Deutsche Bank mais informações sobre seus empréstimos corporativos em 2020, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A iniciativa faz parte de um esforço para garantir que os credores possam resistir a um possível aumento na inadimplência, explicaram as fontes, que pediram anonimato porque a questão é particular.

Andrea Enria, presidente do Conselho de Supervisão do BCE, alertou repetidas vezes que a pandemia pode provocar a disparada da inadimplência em empréstimos bancários quando os programas de ajuda governamental terminarem e pediu que as instituições se preparassem para esse cenário. Ele também expressou preocupação a respeito dos diferentes métodos que os bancos estão usando para contabilizar risco de crédito e provisões.

Uma porta-voz do BCE se recusou a comentar sobre bancos específicos e direcionou a reportagem a uma carta escrita por Enria em dezembro, na qual ele recomendou que os credores monitorassem com precisão o acúmulo de empréstimos de recebimento duvidoso. Representantes do BNP, Société Générale e Deutsche Bank se recusaram a comentar.

“Os investidores estão confusos diante da disparidade entre os bancos em se tratando do provisionamento para perdas com empréstimos”, afirmou Osman Sattar, analista da S&P Global Ratings, em entrevista este mês. Durante a próxima temporada de divulgação de balanços, “eles vão conferir se os bancos que não tiveram grande aumento nas provisões vão tirar o atraso”.

Dez dos maiores bancos da Europa provavelmente reservaram no quarto trimestre de 2020 um total adicional de US$ 15 bilhões para se proteger dos empréstimos de recebimento duvidoso, segundo estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg. Por outro lado, muitos dos maiores bancos dos EUA impulsionaram o lucro no período ao liberar as reservas feitas no início do ano.

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